terça-feira, 28 de junho de 2011

Eu não sei exatamente sobre o que é esse texto.



Estava eu aqui vendo as atualizações do orkut e chegando a algumas divagações...até as pessoas mais livres, mais difíceis, mais duronas, se amolecem um dia. Um amigo meu, que tanto falava de amor livre, de liberdade, de não se prender e tudo mais parece ser o mais novo presidiário do amor. Eu acho isso muito interessante...a gente não pode prever as coisas, pelo menos não essas coisas de amor. Tô falando de amor, amor de verdade e não de caras pra se pegar no final da festa depois que todas as suas amigas estão pegando alguém. 

Eu mesma, tenho essa frescura séria de não pegar caras magros e pequenos, mas é capaz do destino aprontar uma comigo e fazer eu me apaixonar exatamente por um cara branco, baixo, magro e fã de evanescence. (peguei pesado, evanescence nem fodendo eu pegaria.)

De qualquer forma, isso seria na mais otimista das hipóteses, por que na hipótese mais realista, a qual é também compartilhada pelo meu ilustríssimo pai, eu não vou me casar. Vou morar com meus pais e com meu filho o resto da vida, o que não seria de todo ruim, por que eu poderia gastar o dinheiro do aluguel ou da prestação da casa com bolsas, sapatos e doritos.

Falando nisso, ontem saiu o resultado de um concurso que eu fiz pra Assistente Social do Tribunal de Justiça do Piauí, foram 47 classificados, fiquei em 15º, isso, junto com o "não sei de nada" do Lula, o cabelo da Dilma e a gordura do Ronaldo, são coisas que não dá mesmo pra se justificar. Logo por que, dentre as pessoas que ficaram bem abaixo de mim estão professoras da universidade, assistentes sociais recem formadas inteligentissimas e o cara mais inteligente da minha sala. Prova de que, pra fazer concurso não basta ser inteligente, tem que ter perspicácia. (isso e a sorte de sua professora no dia anterior ter dado uma aula que te fez responder no mínimo cinco questões.) Minha mãe ficou feliz, mais que eu, então já cumpriu o seu papel. Mas se me chamarem pra ganhar cinco contos prometo com meu primeiro salário comprar o maior pacote de doritos e dividir com meus irmãos famintos e carentes.

Eu tava falando de que mesmo? ah! do fulano revolucionário do amor que se bandeou pro lado dos encarcerados da paixão (parece nome de banda de forró). Pois é, fico falando essas baboseiras todas, mas o fato é que eu queria encontrar uma delegada (ou delegado) que conseguisse ter poder suficiente pra me prender também.

(Fernanda Costa)

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