sexta-feira, 18 de maio de 2012

Porquê de incólume


Velejando sobre turvos destinos
incontáveis traumas, cenas sem efeito de borracha
rechassa a mente o olvide
vide mundo real, nada em sonho, só pesadelo

As discrepâncias acenam para a despedida
do sumo guarnecido e do lume socializado
para as partes, o que coube e fora definido em história
a história, o que fora cravado a força pelo Estado Natural e Mecânico

Ânimo humanidade, ânimo ufanidade, amnion iniquidade
porquê de incólume, é a extâse soberbada de dilaceramento
se não cabe mas dor, são e salvo mito

André Café

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