terça-feira, 30 de julho de 2013

DIA DO ESCRITOR - DISCURSO


Quando vou escrever sempre penso nos meus leitores, procuro pensar como eles pensariam; tentando sempre me aproximar deles, pois são os mesmos que alimentam a minha arte de escrever. Como diria a nossa gloriosa escritora e poetiza goiana Cora Coralina: “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”.
Utilizo de inúmeras formas para expressar os momentos, a vida, a eternidade. Penso como eles e elas, e transcrevo sonhos, medos, vidas...
Mas também analiso a repercussão dos fatos em um futuro distante. E afirmo que nós escritores somos os senhores das letras, as letras de inúmeros senhores são eternizadas em riscos, traços e rabiscos de um presente coletivamente vivido em uma particularidade social, política e geográfica.
Mas neste mosaico de ideias, nos interligamos em uma única corrente literária. Trabalho todos os dias, buscando aperfeiçoar a arte de levar os sentimos através das palavras. Busco sempre conscientizar as pessoas sobre o poder da arte para transformar tudo...
Vamos nos unir, esquecer dos dogmas, das linhas teóricas, difundindo a arte do bem viver e a prática de cultivar o nosso planeta. O nosso trabalho é árduo, mas é possível! É hora de pensar, refletir, lembrar... Lembrar das crianças que são violentadas, das nossas florestas quase extintas, dos jovens que não chegam à fase adulta por causa das drogas, da corrupção que devora as inúmeras nações do planeta, do abuso de poder e tantas outras problemáticas encontradas no mundo contemporâneo.
Em versos, narro à esperança de uma humanidade que clama por paz. Reflita sobre o legado que recebemos do uso que dele fazemos e o que faremos no futuro. Pensamos hoje: um mundo justo para todos! Um lugar de paz, igualdade, fraternidade e liberdade.
Sou um ser “realizado” fazer parte da história da literatura é algo que me mantém vivo e que eternizará o meu nome ao longo dos séculos.
Não pretendo cultivar o ego e sim a arte de expressar em palavras a simplicidade, os versos, os poemas que de me e de todos nós afloram a cada segundo de nossa existência. O meu objetivo é continuar a caminhada em direção do ensinar e aprender, corroborando para a publicação de diversos textos, livros, artigos e poemas; pautando no meu melhor com objetivo de construir uma caminhada marcada pela sabedoria.
Afinal, buscarei escrever em nome da nação humana, pois os dias passaram, a vida passará e nós todos morreremos, mas não podemos permite que a nossa existência passe em branco, assim utilizarei a literatura para trabalhar a cidadania, a moral social, representando o “povo”, os “bestializados” dentro do sistema.

Dhiogo José Caetano

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