terça-feira, 27 de agosto de 2013

V


Ao longo olhar de tantas vidas o tempo. Litígio eterno em precisar o que é, o que foi, o instante e o duradouro. Eternamente em busca de dizer ou sentir mais ou menos ou durante ou até. Buscas, instigações. Se são desde já efêmeras, novamente o tempo se discute. mas talvez o ponto não seja o tempo. Não seja o tema. Seria ele talvez parâmetro. E lá vamos nós na contradição de super considerá-lo. Tempo. Reinvento. Necessito. E se for parâmetro, será valor, mas teu sabor, a cada segundo, sou eu que mensuro. E digo. São já e apenas 05 meses, ou um pouco mais de 150 dias e tantas outras simbologias numéricas. São períodos vividos e vívidos, em que poemar ao ar, o que seria o ideal, não deixa de ser natural, para os olhos de quem versa. E versa sobre todo, até o tempo. 05 meses voando alto e sentindo a terra pulsar e reenergizar em riso nossas vontades. Caminhando lado a lado, ombro a ombro, em verso e prosa. Em prosa e sombra; e Sol fervendo. Filmes que eu vi, contos que li. E a realidade mais fantástica de que qualquer sonho em Zion ou nas parcelas suspensas no mundo do ar. O tempo? Já nem falamos nele. O livre cantar expressa o que cinco quer dizer tanto quanto vinte ou trinta; o que cinco quer dizer pouco, quanto ainda tem muita coisa boa por vir. Cinco e não se fala mais nisso, a não ser pra dizer: Amo você

André Café

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