permissão e coletividade; expressão, produção e liberdade
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
O amor segundo a raposa
A raposa esperta e graciosa aproximou-se de uma videira de convidativos cachos escuros. A raposa tentou alcançá-los, mas o insucesso da operação a desestimulou e entristeceu. Diferente de outros ditos, a minha raposa, triste, não se negou; tentou, tentou, até cair um cacho. Diferente dos demais, observou que neste só havia uma uva madura e boa. Mas o trabalho foi recompensador: única uva, único amor.
Muito interessante! precioso
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