permissão e coletividade; expressão, produção e liberdade
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sábado, 14 de julho de 2012
Que exista o pensar da morte ate excitar Que enigmatico seja a lagrima em me embrulhar Que a igreja me prove ainda mais que nao sei orar/rezar Que a politica me fascine tao quanto a sinceridade Que leal seja a segurança da solidao na busca de me conquistar Que a conversa seja a prova do escarnio de um sorriso original Que eu morra e ressucite entre os versos sem provocar a escuridao Deixe estar... Se nada me convem Nem mesmo o amor a idealizar Basta-me apenas a fartura dos pensamentos pra me guiar Clame as trevas Clame o bucolismo no ocio de sua vida Clame o apego Assassine o desapego E carpe diem ... Bombeou o sangue,senti meus pulsos E fusao ! Mas uma fase da minha composicao .
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