Acordei, era manhã de dezembro.
O céu cinza anunciava frio.
A tevê apresentava seus desenhos,
o mundo respirava nostalgia.
Café posto na mesa, era dia,
quitutes e iguarias de uma vez por ano.
Olhos de preguiça, observavam o rebuliço,
casa cheia de gente, vida cheia de viço.
Mais um ciclo virava passado,
tempo que ficou marcado
em todo instante sentido
Novidades que já tinham acontecido,
esperavam a hora da reprise,
seja bem-vindo, futuro de nós.
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