Para onde?
De que forma?
Cessam-se as saídas ao tempo em que os dilemas se modificam
se mutacionam e rotacionam o desespero pro lado de cá
Há muito corrido do peito a lâmina devastadora do medo e da fé
O outro lugar; o ser, o não estar, o incompreendido incompreensível
Para que forma?
De onde?
O eu, fulgaz do último aviso engessado
no corredor ao lado do tempo, espreita o que acontece
desce ao rio mais olvidado, no intento de sobrevivência
ao passo que mergulha por inteiro em pré-ditas coincidências
Para
De
André Café
Nenhum comentário:
Postar um comentário