permissão e coletividade; expressão, produção e liberdade
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Ururbanizados
Poetas da lama vertigens do caos esquinas podres de poucos valores fede o medo comem-se os homens é carniça social do canto desigual prostitutas, vagabundos, escritores, senhores, cidadãos, é teto de zinco rangendo o sol é arte de esteira, morro e sujeira.
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