permissão e coletividade; expressão, produção e liberdade
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Soneto do Amor Balanceado
Amor tórrido, Torrencial feito chuva Que caiu como uma luva Num dia quente e mórbido Com sabor de uva madura, Fruta pura mordida Com total delicadeza e doçura, Sem amargura no final Posto que seja doce enquanto dure E que o azedo surja em alguns pontos, Contanto que não muito Contando que não será tanto, Senão o encanto perde seu canto, Dando ao amargo o seu lugar. Hannah Cintra
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