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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Só mais um


Mais que um entrelaçar de dedos
O entrelaçar de almas
Estar perto do corpo
E dentro dos olhos,
Ser purificado
Dar forças
Mostrar caminhos
E motivos para continuar
Dar as mãos e seguir,
Juntos como um só.
Um só corpo,
Uma só carne,
Um só coração,
Passos iguais
Ainda que diferentes
Sincronizados
Calculados
Juntos
Lado a lado
Se pudesse escolher
E caminhar tudo de novo
Para chegar a você
Escolheria novamente
Sem Hesitar
De olhos fechados
Mãos juntas
Dedos entrelaçados
Que juntos sejamos um só
E não mais
Só mais um

Alex Reis

terça-feira, 5 de março de 2013

O tal amor



O tal amor
não morre
não enfraquece
muda de forma
muito embora permaneça intacto
se molda
se mostra nas entrelinhas
sem importar a distancia.
As vezes longe, tão longe
quanto um abraço apertado,
outras vezes dentro
invadindo os olhos
e os pensamentos
chegando a alma
e só depois ao coração
transcende barreiras
nos faz crescer e perseverar
nos faz ver que aquele não é o limite.
Que não ha limites
para o que é denominado
o tal amor

Alex Reis

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Escutar



Coração transbordante
Sensações desconhecidas
Talvez de outras vidas
Prazeres ocultos e cinzentos
Visto de outros olhos
Com cores diferentes
Diferentes sentimentos
Novos amores
Velhas intenções
Amigos,
Afetos,
Poesias e canções
Distribuídas aos baldes
Omissão do coração
Por medo ou esperança
Do novo que esta por vir
Se entregar é uma opção,
Valida ou não
Certeza incerta
E agora o que me resta?
Mais que obvio,
Erros que surpreendem
Erros que se repetem
Com novas mascaras,
Novos amores
Quem sabe um dia
De sutil forma
Com tato e afago
O destino se faz enganado
Trazendo a verdade,
Que antes fora mentira
De tudo que ampara
Tornando angustia e ira
Sentimento pulsante
Que morra e renasça
Como nova criatura
Um coração em dois corpos
Longe ou não
Transcendentais
Diferentemente iguais
A procura de algo distante
A seta e o alvo
A busca que busca,
Pelo intrínseco
As entrelinhas evidentes
No espelho d'alma
Verdade ocultas
Redescobertas.

Alex Reis

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

É bom, não vou mentir



Estar perto sem falar nada
De repente aquela risada
Um gargalho gostoso
Sem sentido algum
É bom, não vou mentir
Sentar e ser um "a toa"
Juntos numa conversa boa
Com brincadeiras de tripeça
E ambos sorrindo a beça
Vestidos de alegria
É bom, não voi mentir
De anteontem possiveis amigos
Velhos e desconhecidos
E que agora ja não se sabe
Sem armadura de guerreiro
Somente eu e meu mundo inteiro
O que esta na cara de quem não ver
Tentando compreender
Como deixa confuso os pensamentos
E embaralha os argumentos
Para tentar explicar
O que nunca se soube ou saberá. Será?
É bom, não vou mentir
Tentar te convenser da minha opinião
Com uma unica pretenção
Arrancar-te um sorriso
O que ja nem é preciso
É o que antes era dos olhos
Ganhou espaço no coração
E mesmo sabendo que outro dia pode chegar
Ainda assim devo confessar
É bom, não vou mentir

Alex Reis