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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Misturando folia, poema e beleza
Tudo começou com uma dose deliciosa de alegria
enquanto a alegria invadia surgia a poesia
Foi um mar de revoluções mensageiras que me avisaram:
notícias do Norte dizem que felicidades por lá chegaram
No rumo do vento corri pra ver da janela;
de longe no alto eu vi, o sorriso dela
Sem boca ou língua, saliva ou dente;
um mundo de cores explodindo no ausente
Chegou e trouxe na bagagem sua amiga confiança
e como elas são lindas nessa dança
Se deixa cair no som do imediato sentir;
e deixa de imediato cada lágrima exaurir
Lágrimas que derramei; a noite anterior que chorei
hoje mal posso conter minha alegria
Cada sussurro de voz era um estalido;
começou baixinho, mas depois virou certeza;
e assim fogos, luz e sentidos,
misturando folia, poema e beleza
Lídia Damasceno e André Café
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Quem dera eu um abraço seu
Entre o degustar um café e o explicar e entender da poiesis:
Mas qual poeta não chorou de amor?
Qual dentre os mortais já não desejou arrancar do peito uma dor?
Suas dores, seus receios, desejos e devaneios ...
Qual dentre os homens nunca sofreu?
(...)
É um rumo, um mundo de imprevistos e singularidades
quisera eu ter a capacidade de suplantar iniquidades
mas passa a dor que arde para a letra ou para o grita
sufoca aquilo que engasga em pesar e vive, ou tenta
(...)
Então pois-se a sonhar, quem dera eu um abraço seu
será, pois voaremos até lá
Que os ventos de cá me levem pra pertinho de ti
virá, e em duas direções: no meio do caminho tem um encontro
Encontro da poesia da menina e do doce café do poeta ... e num sim pirilim
se fez magia, sem saber dia, abraçaram-se
e puderam finalmente, se sentirem
Lídia Damasceno e André Café
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Meu guardador
Ô jardineiro, tu que regas minhas petalas.
Derrama agua sobre meus frageis galhos.
Embeleza meu singelo habitar
Todo mundo diz que sou bela e que meu perfume exala
Mais se naõ fosse tu jardineiro não teria essae beleza singela.
Beijo de cá.
Atentamente sua flor.
#meninamuié
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Ele II
Era uma certeza que me rondava,
Eu de tao pequenina me amedrontava
Eu cheguei a acreditar que tinha ficado forte, até me deparar com ELE. Eu sei o quanto incomoda não ter, não poder tocar.
Sinto-me perdida e sem palavras.
Ele um homem "maduro" e eu uma Menina muié.
Com ele sinto-me segura, mais o lugar que ele me protege é sujo.
Eu achava que ele me fazia feliz, me enganei. Ele trás a tona meus medos de mulher.
Ele é frio
Ele é bruto ( pra ele isso é ser verdadeiro)
Talvez algo dentro dele algum dia já foi cheio de vida. Agora ele é amargo e duro consigo mesmo (segundo ele, isso é ser realista)
Eu não posso mais caminhar no escuro.
Eu não posso mais deixar que ele me convença que sou louca.
Ps. Meu erro foi me apaixonar pela parte que ainda tinha vida dentro dele, agora sinto-me perdida e apaixonada por alguém frio, seco e difícil de ler.
Lídia Damasceno
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Amor e ódio
Eu amo seu sorriso
Eu odeio te olhar
Eu amo seus lábios
E odeio querer te beijar
Eu amo sua segurança
E odeio quando me perco ao te encontrar
Eu amo suas roupas
E odeio minha vontade de querer tirar
Eu amo suas verdades
E odeio quando você diz que "Nao dá"
Eu amo seu sotaque
E odeio te ouvir falar
Eu odeio essa distancia
E talvez eu ame a possibilidade de te encontrar
Ps: Dedico a Ele, que a vida tratou de afastar.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Pra quem queira saber
Eu sou...
Uma menina muié, cheia de sonhos..
Uma estudante da faculdade da vida
Uns me chamam de querida,
Outros...
Enfim cada um tem sua opnião
Sou menina aprendendo a viver...
E uma mulher com muito a dizer
Lídia Damasceno
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Traços e versos
Os traços dessa rua
Encontrou a poesia de mulher
Os olhos que a veem nua
Deseja sonhos realizar
Os traços dessa menina
Por essa rua caminha
Ao encontro do mar
Se os olhos daqueles o discrimina
Estamos aqui pro que der e vier
Eu com meus versos de menina
Ela com os traços de mulher
Lídia Damasceno
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Por que não?
Eu dancei entre estrelas
Brincadeiras de chuva
Pra vê se te encontrava
(mais você não estava la..)
Colori essa historia,
pra vê se te encontrava
(mais você não estava la..)
Fiz mil versos pra te conquistar
Eu o amei por longos dias
Eu sonhei com teu cheiro e teus lábios
Eu escrevia versos pra vê se te encontrava
Mais você não estava la..
(Lídia Damasceno)
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Nada é tão belo
Perco-me nas horas
Buscando coragem
Procuro as flores mais lindas...
(...) ainda sim nada e tão belo
Desenho sonhos,
Procuro razão para as cores
Ainda sim, nada e tão belo
Festejo esse dia com os pássaros a cantar
Mais ainda sim nada e tão belo
Beleza eu só encontro no brilho do teu olhar
Já compus serenatas
Sorri com a alegria das crianças
Mais nada atingiu a beleza do teu olhar
Nesse dia tão feliz, que nasceu você minha flor de Liz
Não encontrei nada mais tão belo que pudesse te presentear
Então lhe trago meus versos
e misturo com a beleza do teu olhar.
(Lídia Damasceno)
Seguir o coração?
Corre um zum, zum
Que ele foi mais um.
Mais digo a qualquer um
Meu coração mansinho batia
Mais apareceu aquele doce
E meu coração bateu dum dum
Eu vesti-me de flores
Procurei outros amores
E meu coração batia dum dum
Eu dancei sonhos
Chorei de alegria
Fiz mil poesias
E meu coracao dumdum
E passava as horas
Conhecia outras historias
E meu coração dum dum
Então conversei com meu coração
Disse a ele: O mermão, esse tal de dum dum não passa?
Ele respondeu : Nao!
Contrariei meu coração
Escrevi inté uma oração
Mais o danado explicou o dum dum
Não passa não!
Eu contrariada fiquei...
E meu coração bate dum dum ate então.
(Lídia Damasceno)
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Me vesti de cores...
Peguei meu vestido amarelo-sonho e corri pela rua das flores
Colhi amoras todas bem vermelhas e fiz um doce pra você
Pintei com verde aquela historia cinza de nao mais viver
Cobri de lilas os meus dias opaco
Propus ao meu amado uma vida cor de rosa (ele não aceitou), tudo bem
Verde também a cor do "Não" na minha historia.
Dancei com as margaridas e, eram branquinhas como a neve
Vermelhei-me as buchechas, o moço da venda me viu dançando.
Mais nao me importei...
Dançava sonhos de alegria
Se me visto de azul, branco, sonho, mel, carmim...
Me visto de esperança.
(Lídia Damasceno)
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Sorte triste
Depois daquela manha...
Os dias ficaram mais longo
As horas ficaram mais doloridas
Os pássaros deixaram de cantar
As flores em meu jardim morreram
Depois daquela manha
Minha poesia calou-se
Meu canto calou-se
A beleza do por do sol não e a mesma
Depois daquela manha eu esqueci como se sorri
Depois daquela manha
Eu dancei na chuva, mais ninguém me acompanhava
Eu contei as estrelas mais elas não brilhavam
Eu parei de ouvir a voz doce que me falava
Eu me despeço dessa manha
Com meu coração pequeno
com minha alma doendo
e dizendo por TODAVIDA continuarei te querendo
(Lídia Damasceno)
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Palavras dedicadas a Menina Muié
Aceita um chazinho poetisa inocente?
Sente aqui do meu lado
E cante aquela melodia
Aquela que a vida não mente.
Bote um pra relembrar
Bote um tom pra decifrar
Dedilhe as cordas violeiro
A poetisa vai cantar.
Agora me escreva um soneto
Em verso traga-me aquela rosa
Quero um chamego de menina
Quero um beijo em verso e prosa.
Partindo estou doce menina
Minha casa é o mundo
Nos braços levo minha vila
E no peito aberto um desejo imundo.
Presente dengoso é presente boêmio
Um verso em prosa e um caramelo
Durmo cantando com meus duendes
Na minha casinha de cogumelo.
Palavras dedicadas a Menina Muié
(Kláwdyo Netto)
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Um caminho de luz
Eu me despeço com muito carinho
Deixando um pouquinho de mim
Levando um pouquinho de sonho
Deixando um pouco de poesia
Levando um pouco de coragem
Eu me despeço cheia de vontades
A Menina Muié aprendeu com determinação
A muié menina que conheceu príncipes e poetas no caminho,e eu, os guardarei para sempre.
Eu me despeço já com saudade
Cheia de amor, que de tanto transborda
Cheia de sonhos que me torna
(Lídia Damasceno)
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Ela

A poesia é uma amante, que me procura nas horas impróprias para me fazer ser pego em flagrante.
E como sabe que a ela não resisto, me desnuda com palavras já prontas e versos que de tão quentes me põem em brasa as genitais.
A poesia me abduz quando tudo que quero é fincar os pés no chão.
Nunca me dá o que quero somente o que preciso.
A poesia é a mais leal das amantes, mesmo quando morro me mantém vivo.
A poesia me devora nas horas em que o silêncio me apavora.
Rasga-me a roupa e deixa louca.
A poesia essa menina faceira que é minha companheira nessas horas
....é impossível resisti-la...olhá-la e não ter a imensa vontade de possuí-la, e por ela...ser possuída naquele momento, que mesmo "impróprio" se faz marcante em sua essência e no tocante das palavras: testemunhas vivas desse amor avassalador, entre poesias...e poetas!
(Diego Santos, Juliana Perna e Lídia Damasceno)
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Com teu amor aprendi ...
Meu coração palpita entre o "devo" e o "não posso"
Será que o amor pode ser pecado?
Ninguem tem direito de interferir em nada.
Aprendi que : Se existe um amor, e esse irá inteferir na felicidade de outros, não é amor!
Eu aprendi que não existe liberdade, quando trata-se de uma paixão arrebatadora
Eu percebi que meu "DOCE" não seria feliz se eu mudasse sua vida.
Eu aprendi..
E guardei esse amor pra mim
(Lídia Damasceno)
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Distância
Essa manhã eu desejei dançar entre flores de Jasmim
Brincar com os passaros e adormecer em seus braços em paz
Essa manhã eu desejei ouvir sua voz e sentir seu toque como um vento bom
Eu amanheço, eu estremeço, eu sonho com seus beijos
Essa manhã eu desejei provar o doce dos teus labios
Sentir o calor do teu corpo
Esquecer da distancia de novo
A distancia nao vai impedir
A distancia será nosso elo
(Lídia Damasceno)
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Eu quero
Eu quero liberdade ...
Eu quero que o encanto me envolva
Dançar entre pagões e santos
Brincar entre meninos e velhos
Gargalhar com putas e beatas
Eu quero a liberdade do dia,
A gostosura e o prazer da noite
Eu quero esquecer o depois e viver agora
Não quero saber se chove lá fora ...
E se chove "Vambora!"
Eu quero sambar, sambas de alegria
Eu quero contar as estrelas só pra lembrar dos olhos da minha alegria
Eu quero amar, sonhar, gozar, eu quero é poesia
Eu quero é ser feliz
(Lídia Damasceno)
Eu quero que o encanto me envolva
Dançar entre pagões e santos
Brincar entre meninos e velhos
Gargalhar com putas e beatas
Eu quero a liberdade do dia,
A gostosura e o prazer da noite
Eu quero esquecer o depois e viver agora
Não quero saber se chove lá fora ...
E se chove "Vambora!"
Eu quero sambar, sambas de alegria
Eu quero contar as estrelas só pra lembrar dos olhos da minha alegria
Eu quero amar, sonhar, gozar, eu quero é poesia
Eu quero é ser feliz
(Lídia Damasceno)
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Estranho mundo
Mundo estranho e solitário
Cheio de baixos e baixos
Cheio de tristeza, que tristeza!
Cheio de receios e receios
Cheio de particularidade e fantasias
Mundo estranho e solitario
de pertubados e inquietos
Mundo pequeno e discreto
dos olhares desconfiados..
sinto-me confortável
Real...
Cheia de curiosidades e fantasia que são verdades
Estranho esse que me invade
Menina Muié
Cheio de baixos e baixos
Cheio de tristeza, que tristeza!
Cheio de receios e receios
Cheio de particularidade e fantasias
Mundo estranho e solitario
de pertubados e inquietos
Mundo pequeno e discreto
dos olhares desconfiados..
sinto-me confortável
Real...
Cheia de curiosidades e fantasia que são verdades
Estranho esse que me invade
Menina Muié
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