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quarta-feira, 22 de maio de 2013
Desbotado/Desabotoar
Cá estou, com meus botões,
Desta camisa gasta e desbotada,
Que tal qual um não amor,
Já não mais me serve,
Não mais me veste.
Fora tendência,
Da passada estação.
Portanto, passou!
E eu, cá com estes botões,
Sei que na próxima estação,
Outra de decote insinuante,
Há de desabotoar o que não cabe no peito.
Weney Neco (13/05/13)
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Mea Culpa
Mea Culpa
Não me julgue, não me culpe!
Nada fiz, senão o que tu quisera,
E o que tu quis, assim fiz.
Não te condene, porém...
Não mais me clame,
Nem tampouco me difame,
Queira mais, de outros mais,
Os quais a mim tanto faz,
Porém de mim, não mais.
Não desfaças de quem te fez,
Ser um tanto daquilo que és,
Não mais que mais mulher.
Não me desculpe, pois da “mea culpa”,
Metade é sua, já que tudo que quisera teve.
Não me culpe, não queira mais.
(Weney Neco)
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Decolagens
A vida é uma eterna
viagem!
Numa hora estou no céu,
Noutra, estou no chão!
Nessa ponte aérea que a vida é,
Nem tudo que é passageiro, passa.
Há quem passe,
Há quem fique.
E como em todos os vôos,
Aperta-se os cintos nas aterrissagens.
Decolagem, aterrissagem...
Decolagem, novamente!
Céu de brigadeiro, ai vou eu!
(Weney Neco)
quinta-feira, 29 de março de 2012
Tanto
Um quase nada,
Com quê de quase tudo,
De gotas contadas,
Que minha sede mata,
Ou ainda que não a mate,
Não me deixa morrer,
Um ar de liberdade,
Que de tão livre me prende,
À que, não sei... (como sei)
O por que, quem sabe?
Um tanto de bem-querer...
Responde (?)
(Weney Neco)
terça-feira, 13 de março de 2012
Sono
Eis que o corpo pede descanso,
Descansa a carne,
Pois a alma não há de sossegar,
Astuta aproveita minha exaustão,
Passa a controlar batida e respiração,
E em sono profundo...
Sonho e vivo no sonho,
Desfruto de tudo que,
Quando despertar,
Não terá passado de sonho.
Espero então,
Por mais uma noite,
De sono, sonhos...
Até o dia em que,
Já não será preciso sonhar.
(Weney Neco)
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Embriaga-te

Embriaga-te e entrega-te aos meus anseios,
Pois já não há colo que me ampare.
Nem olhos que os meus fitem.
Quantas saídas terei de fazer,
E quantas saideiras ainda hei de tomar...
Se o que busco noutras taças,
Só na tua posso encontrar.
Toma um único gole das minhas palavras,
Embriaga-te nelas!
Façamos de nós um só.
Quem sabe após a ressaca de ti,
Eu encontre a sobriedade,
Ou prefira seguir na embriaguez...
Das outras!
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Conversão
O que não há mais de me fazer sentido,
Eis que o devo converter, mudar pontos de vistas,
Dando vida ao que acaba de morrer.
Aquilo que por tempos me cegou os olhos da alma,
É o que agora me faz ver com os olhos da razão, será?
Se o idealizado nada mais podia ser,
Mudei a forma de atuar, para de algum modo o fazer acontecer.
E em caso de deslizes, já não caio em queda livre.
O céu que um dia habitou anjos meus,
tornou-se chão, o qual os pés podem tocar.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Dilema
"Dúvidas, por quem te espero?
Tantas vezes a despertar fé,
Onde nem o condenado clama
Perdido em devaneios
Pergunto a mim a ti,
A quem possa responder,
Quantos presos a teu encanto,
Ainda há de condenar?
E a quem insiste em crer,
Teu silêncio é um tormento,
Se estendes a mão a um,
Outros tantos mil em desamparo,
Disfarçam em prosa e riso o desespero,
Na falsa esperança que,
Ainda em condenação,
Antes do fim possam provar,
Da suavidade dos teus lábios,
E incerteza dos teus atos,
E eu que posso ser livre,
Vivo a me condenar,
Minha sentença é a dúvida,
Por que não me libertar?
(Weney Neco)
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