Mostrando postagens com marcador sorriso no rosto como se não houvesse um amanhã e seus dilemas. apenas suspenso e dialogando com as vibes que conspiram por felicidade. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ressignificados, os cafezais


Ah! E o que é isso de se preocupar?

Faz-se sabença humilde no meu peito,
Extasiado do fervor da vida
Louva-à-deus, me guiando sempre
Iluminando as rotas de fuga para alegrias
Como se não houvesse sentido
Instantes eternos de ternura
Dada realidade tão discrepante
Ah! E o que é isso de se preocupar?
Dada realidade de se construir
E sentir, e viver e refazer

Dilemas? Dúvidas?
Expiração ...

Andando por tantas veredas
No tempo de séculos em mim
Duvidou-se até da permissão
Roto, declivado torpor
É outrora sem dúvida

Cá estou em ressignificações profundas
Ah! E o que é isso de se preocupar?
Felicidade cá está e se socializará
É tempo de suspender o ar

André Café

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Plot yang daripada dunia tergantung dalam udara yang*: A better place no centro dos Corações das pessoas


Namastê ...

Precisou-se apenas da água e da terra
para encerrar-se o vital caminho, talhado em moinho de sonhos
Ora traz suplício, ora faz sumiço, outrora apenas vento, brisa, mormaço

Mundo de sonhos, semeando positividades latentes
apenas para todo o mundo:
quando todo mundo precisar
enxerga no canteiro do teu peito o alívio

E eis que no centro dos corações das pessoas
povoam voos de liberdade;
frases sem sentido,
porque o sentido não se faz necessário
lá, onde flores e amores correm por corredores sem fim
Um princípio, um fim
da sofreguidão que na carne cerne
querendo corroer a alma
mas com um passo somente
amargor incidente
transmuta-se em vibrações de harmonia
agora e sempre é dia
de abrir a janela para filetes solares
e a todos pesares
desmistificar
ora suplício, ora sumiço, outrora apenas, vento, brisa, mormaço

André Café

*Parcelas suspensas no mundo do Ar na língua Malaio

Hoje eu sou o mantra


De tantas palavras baseadas,
de fato, afeto, eu fito a luz no fim do túnel
Onde talvez os morangos sejam mais doces
Manhãs com sabor de destempero

É que todas as coisas sem sentido
acontecem com uma lógica destruidora
outrora vinho, agora Sartre
me invade de comichões, o dilema

Deveras fatal o caminho que sempre tomo
dum tombo cartesiano, o soluço do irreparável
Os olhos trêmulos que findam a tarde
mensurar o desespero, mensurar o desespero
a saliva lembra o destempero

E todos males espanta
a alegria de quem canta
sinestesia tanta
de pureza e consagração

Em mim, um mar de soluções
em mim, revolto de transformações
um passo pacífico e para sempre
em mim, hoje eu sou o mantra

Ohm yeah

André Café