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quinta-feira, 22 de outubro de 2015



Ao Sol

Olhar quente e fervente
Certo e convicto
No por do sol
Mostra teu mel
Escorrendo
Teus lábios contra os meus
Me foge deste encanto
Descontente e cheio de lirismo
Em teus lábios
Que não me esquento

Victor Barbosa

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Poesia evolutiva de um poeta marginal para uma poesia mulher

Poesia Evolutiva



Ah...Quando somos fetos em borbulhas de amor até dois anos de idade;

ouvimos falar de poesia pela mãe ou pelo pai, alguma visita, enfim,

se é que eles gostam de nos falar disso ou daquilo...

Quando somos ainda meio crianças entre três e seis anos de idade,

lemos, decoramos, declamamos e adoramos poesias com vontade,

se em casa ou na escola nos ensinam isso ou aquilo.

Quando somos crianças até dez anos de idade,

começamos a querer interpretar e saber de fato

o que é que são as poesias. Haja fôlego, espírito intranquilo!

Quando na adolescência e puberdade chegamos,

a vida, o pensamento e algumas poesias ocorrem

alguns vivem, outros pensam, alguém (re)escreve...

Poesias de virar a noite, de romper o dia!

Poesias de flertar a morte, de esnobar a paixão.

Poesias de contar com a sorte, de cair em ilusão.

Poesias de dizer um mote, de cantar o que se sabia!

Mas a poesia hoje é o que nos relembra a humanidade que em cada ser é.

Poesia sentimento, poesia ação, poesia introspectiva, poesia extrovertida...

Poesia pegou em mim, me seduziu, me sacudiu com o raciocínio e senti amor.

Poesia pairou no ar diante de minha incredulidade e me fez contemplação, irrealidade.

Poesia por todos os cantos, de todas as formas, comigo ela mexe; e contigo?

Quando somos mais maduros e velhos, por vezes enviesamos a mente:

a traímos com a prosa seja no livro mais querido, seja na literatura mais lógica e meramente laboral.

Então só de vez em quando a poesia é renamorada e rememorada em um ou dois versículos,

pois sua linguagem, todavia, não é para seres comuns, é para seres sublimes e errantes.

Tenho saudade das poesias que vinham e inspiravam paz, refôlego e toda a vida devir.

Minha sorte, - não sei a sua, não sei a vossa -, é que a poesia, ela de vez em quando reaparece;

traz novidades, reanima meus pensares e suscita idéias de meditação.

O mais importante, como se sabe, é poder ler e escrever para que outrem sinta algo diferente.

Quanto mais diferente você puder sentir-se, isto é o que faz a poesia necessária, plena.

- Nunca perca a poesia! Nunca nos perca, poesia!

Ei poesia, tu sabias que eu te amo quando uma menina acolá me beija e te poetisamos juntos, por sua causa? Pois é, pois é, ora pois não, ora pois não! Mas poesia, aqui entre nós, a gente te vive mesmo sem dizer tudo até o fim, a gente te sente é na língua na língua, amor no amor... você saca o que queremos dizer não é?

(para Márcia M. com todo o amor que houver nesta, nas anteriores e nas outras vidas, pois ela é minha poesia-mulher, apesar de estarmos tão distantes e meio separados hoje – tudo por culpa do mundo dos homens, você sabe disso -, serei teu eterno namorado e poeta marginal)

jpsm

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012


Amor, paixão
Pés no chão
Arder do cão
Me tremo, porque não
De tanto tesão
Nada em vão
Tudo tem ão
Até o coração
Que aguenta a paixão

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Paixão



Alguém sabe como surge a paixão ?!

É, infelizmente acho que não.
A boca seca,
o coração aperta,
a fala acelera e
ninguém sabe explicar como isso se dá.

Alguém sabe onde começa o gostar ?!

Um breve encontro,
um simples olhar,
frases trocadas,
e do nada o gostar.

E aí surge a questão ...
como manter em ordem o coração,
no momento em que pinta uma nova paixão.

Que mexe tanto com a gente,
que move tanto a inspiração,
que balança a razão,
e a emoção.



(Tayago)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Desfilando as cores da paixão





Tantos curiosos querendo desfrutar da imensa calmaria alheia. Tantos curiosos celebrando a glória alheia. Tantos curiosos observando o mexido que minha saia faz ao passar pela trilha contente!
É esse riso meu, que abre-se ao vento e deposita toda a veracidade dos sonhos no ar, deixando um mistério de paixão perceptível até milhas distantes da minha sombra.
Deliberadamente envio sinais fatais de embriaguez sentimental a quem queira espiar!  Na falta alheia, meu corpo treme e meus olhos lacrimejam. O cérebro protege o que o coração quer anunciar. É que eu fico boba, emudeço, viro menina tecendo seda! Depois eu tenho que avisar, deixar estampado que essa ILUSÃO vai passar. Enquanto isso deixa eu desfilar... Leve que nem uma borboleta!

(RosseaneRibeiro)