(apenas viagem junto, não soltem as mãos, futurem-se)
Estradas tortuosas
Pedras jogadas, caminhada vertiginosa
Loucura, abnegação de sentido?
Chegada minha no limbo?
Sentindo o cheiro do gengibre a flutuar
Jogando poker, tomando coca em chá
Rindo "abestada" de toda viagem
Esquecendo que ao redor, estiagem
Conhecendo, entregando
Zionizando
Comovem a mim estas parcelas suspensas no ar.
Mostrando postagens com marcador acordei assim hoje e to muito bem é isso aí Zion. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Cosmogonia de Zion II – Zion renasce no Sol de cada manhã
A névoa, a bruma, o sol que dissipa
É manhã em Zion, luz nas torres de plástico,
Artifício de viscondes e baronesas para esconder
O segredo da vida eterna, elixir de gotas divinas.
Descansam em folhas mitológicas os duendes,
Despertos para outra jornada, carregam-se de frutos,
Esperam a carona dos ventos incontroláveis,
Não sabem ao certo seguir os rumos.
Passeio de vista panorâmica, atormentada,
Olhos que se entreabrem nas curvas fechadas da travessia,
Perdem a visão sobressaltada da avenida,
Campos e bosques que somem nos morros.
Somem de mim também toda e qualquer preocupação
sinto o chão quase como algodão, sinto o ar quase como o convite pra sentir
e consagrar tudo em minha volta
Ao longe e a todo momento, eu vejo vários tipos de seres
Das mais tenras fadinhas bailando em anacronia
ao imponente louva-a-deus grená que passeia sobre minha cabeça
o Sol parece iluminar cada um na medida do que se quer
e como uma purificação, sorve cada cansaço da minha essência
os pés em terra, mas como se alcançassem o céu
André Café, Duque de Copas no caminho de Epizêuxis Semântica e Jorge André
quarta-feira, 25 de abril de 2012
corta o calmo pulso
Pulsa
calmo
pulso...
Depois você diz: para!
e quase não se aguenta
dentre entranhas
tão leve...
...quer passear no céu
numa linha
um corte
SUL ------------------------------------------------- NORTE
Mário.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Viver
E no dia que eu acordar do meu sonho
vou escrever letras em neon coloridas
de vida amor amizades música
abrir os olhos e dizer que coisa boa,
sobrou espaço para desejar nascer de novo
Eu gosto da vida,
Da vida vivida, da vida agitada
Gosto do auge, gosto do extremo,
gosto das linhas tênuas,
entre a morte e o tempo.
Gosto do doce da boca,
do sugar da essência,
sem perguntar procedência
sem saber para onde se vai.
Gosto da permissão, do sonho
da liberdade, do afronto
Da ternura da dor,
da quentura da cor
dos malabares do amor,
da intensidade do horror.
Gosto do auge,
do implícito,
dos avanços explícitos...
Gosto da vida,
do teu sabor
do teu torpor,
Gosto da vida que rói os ossos,
que destrói esses sonhos nossos,
gosto das vias duvidosas
e dos cálidos estranhos
de camas espersas,
de carinhos complexos,
do tocar enlouquecido
das noites permitidas.
Não me culpem não, eu sou louca de pedra mesmo!
Raíssa Cagliari; 19/04
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Acordei hoje assim

Ps: Vamos visitar Zion mais vezes.
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