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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

T-shirt


Quando ali a vi vestida na camiseta do Ramones e jogando-me aquele pseudocharme, quase que me apaixonei, até cheguei... uma pena que era tudo fingimento e pouco bastou para que eu me desapaixonasse de quem quase amei. Mas não a desiludi,  disse que logo voltaria com uma garrafa de Ramones, gelo e red bull! Só que não... prefiro Jack Daniels e não voltei!

Giva Santos

terça-feira, 21 de maio de 2013

Sal



É só o que eu levo nos lábios,
O gostoso gosto agridoce
Do suor que veio dos póros seus.

Giva St

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Soneto sem título



Impossível ignorar a tua ausência,
Tu que eras a minha contraparte,
A outra metade da minha essência,
Por que enfim me abandonaste?

Nas noites frias, solitárias
Ou nas festivas, baladeiras
Do meu cheiro tu não desgrudavas
E tampoucou eu ti abusava.

Fostes tu na brisa que passou...
Não sei se ainda voltarás,
Se ainda meu peito te tragará.

Sigo em frente com o que não restou:
A carteira vazia, a fumaça, as cinzas,
O café preto e as doses sem nicotina.

Giva St

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013



Eu cheguei a te odiar
Tudo por conta de um espinho
Eu quis até te matar...
Depois eu quis até morrer...
E por fim eu desejei
Que tudo tivesse fim.
E tudo por contar de um epinho
Mas quando tudo sarou
Todo ódio, todo mal passou.
Quanto a você, eu fico a admirar...
E com as outras eu vou correndo
O risco de me machucar.

Giva St

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Eu não sei!



Um poema moderno
Eu não sei conceber.
Sem lápis nem caderno,
Sem papel pra escrever.

É como um amor virtual,
De que modo entender?
Como pode ser real
Se não se pode absorver

A pessoa pra si
Ou por ela se deixar
Por inteiro consumir?

Não sei, juro que não,
Como fazer um poema
Ou apaixonar o coração.

Giva St

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Poesia Dadísta - Duas Mãos


Depois do fim, viu desabar o sonho;
feito quimera, quisera continuar
na sensação efêmera de um pulsar constante
mas que Lua é essa?
Meio cheia de vida, crescente mingua - minguante, de Lua nova que lhe guia
E o ciclo recomeça, explodindo a volúpia pelos poros, sobe na montanha russa

Um rito no sopro espumado de dignidades dilacerantes,
cante, como se não houvesse o próximo segundo, imundo, estático, infinito num momento
e se diz inescrutável, translúcido é - tudo finge em cor

Tempo , tempo, tempo ...

Irremediável e implacável
Mas tudo vai ao vento
E não lamento, quanto ao tempo
"aqui dentro elemento, desconcerto"
pretexto para uma nova poesia

Sol, Lua, produção toda crua
dilacerada na união, no encontro
marcado porém, super incerto
estamos despertos, noite, quase dormindo
de leve indo
na mesma direção

Mayara Valença, Lara Cardoso, Ana Nogueira, Rosseane, Cleisson Vieira,
Victor Barbosa, Alderon Marques, Malcon Barbosa, Milla Ventura,
Junayra Melo, Laelia Carvalhedo, giva23, Diego Samuel, André Café, Eric Araújo

Felicidade


Assim, inesperada
vem, surpreende
esvai-te tão rápida

giva23