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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

O jardim da minha vida

 


Nesse jardim existem flores perto do monte que irradiam o Chão... 

Onde a luz brilha o reflexo dessa (essência). 

No Horizonte vendo as gaivotas, no céu, é como o passe leve da bailarina dançando no mar para contemplar esse lindo luar, que a noite vai deixar! Quando terminar! O amor maternal dos animais ,tocar a mais linda borboleta ao pousar na flor. Com esse mesmo afeto. O céu onde as nuvens moram, é lá onde eu quero chegar no mais sublime pensar de estar lá, onde eu sei chegar...  Só bastar sonhar.


Isabela Pazeto


terça-feira, 7 de agosto de 2018

Indelével

Resultado de imagem para nuvem palavras



A gente te chamava de menina,
acreditando na dança que sempre seria eterna
e na folia que permaneceria,
fazendo você pequena pela eternidade.

Talvez até seja, mas o mundo devora idades,
o sistema se alimenta de sangue e suor,
nós seguimos, pra sobreviver, enquanto você se fez ideia
para quando sentíssemos saudades.

Passa história, vão e vem pessoas,
concreto, asfalto, cinza e calor;
nada parece convite, tudo parece granito;
que se desprende no grito da lembrança

E sempre vem; sempre gera, pra um suspiro de liberdade;
você, eu, nós, a cidade, o coreto, o passeio, o sem fim.
Mais uma vez no ligamos, mais uma vez nos abraçamos.
O sentido de finitude se esvai e permanece a convicção

Vem e vão destinos,
mas o que grudou nossas inquietudes
é indelével

André Café

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Se não for viagem não vale a pena


A pé, de carro, caminhão, ônibus ou avião
 Seja a carona na calda de um cometa
 Na velocidade do pensamento
 Seja um livro
 Uma pessoa
 Um amor
 Uma amizade
 Um pensamento, uma ideia
 Sexo
 ou Goiaba
 Seja viajar no azul, na praia de Boa Viagem
Se não for viagem não vale a pena!!!

Amanda Vaz

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


Ando para a estrada do destino sem fim, e flutuando estou ao paraíso do Amor irreal de mim. Talvez o destino quisesse seu escravo ser... Um viciado do Cálice Santo Graal, vislumbrando este ser perdido a doçura paixão dos que Amam sem: leis, pudores ou ressentimentos. O fogo da chama ascendente do Amor: talvez esteja escondida com a chave da dúvida de Amar o que se julga conhecer...

Porém quem sabe o tempo diga... Que assim como o Amor nos ensina a Amar, seja a maturidade do Amor nos mostrando a viver nos prazeres do toque ou palavras de encanto, na cumplicidade em que os dois sejam um só.

Radas Ribeiro

Aos lobos solitários da noite:
A visão mágica irreal dos sonhos, em se vê iluminado na curiosidade mitológica de uma lenda, o aliviando do atormentado destino trágico de entender a si mesmo, despertando neste ser a loucura em ver as correntes presas em sua mente, o libertando para fazer do agora o principio básico de sua consciência.

Radas Ribeiro

Assassinando Jesus


No olhar o pedido de socorro.
No corpo as marcas de uma vida estigmatizada por escolhas mal sucedidas.
Nas ruas, nos becos, nas calçadas; crianças, jovens, adultos e idosos que vivenciam os burilamentos de uma existência “distante” da felicidade.
O desequilíbrio promove uma sucessão de escolhas fatais.
Na nossa casa uma mesa farta, nas ruas irmãos famintos, com os lábios desidratados, implorando por um gole de água.
O egoísmo e o orgulho são os mestres da perdição humana.
Todos os dias matamos Jesus, com as nossas práticas funestas.
Amar a Deus é cumprir com suas leis, vivenciando a caridade, doando abraços, olhares, palavras.
Precisamos dar as mãos rumo ao progresso da nossa realidade.
O mundo exterior é o resultado das nossas vibrações, diante do ato de doar-se sem promover os questionamentos.
Façamos da caridade uma prática humildemente difundida no decorrer da vida cotidiana.
Não podemos transformar o mundo, mas somos suficientemente capazes de corroborarmos com a regeneração do mesmo.
Chega de violência, de excessos, da busca indiscriminada por sensações.
Jesus é o nosso modelo guia, que suas ações possam nos inspirar, nos despertar.
Exilemos os nossos equívocos, visando a interpretação do amor supremo.
Quando negamos o auxílio a um irmão, negligenciamos as oportunidades da vida.
A racionalidade aguça de forma errônea o juiz de valor.
A nossa inferioridade nos cega diante dos resquícios de verdade.
O mundo está carente de abraços e sorrisos.
Não assassinemos Jesus com as nossas atitudes egoístas, que Ele possa renascer todos os dias através das nossas ações e pensamentos benévolos.

Dhiogo J. Caetano

Carnificina


O ódio como roda motriz das sensações gera a dor coletiva.
Em um ambiente de festa o foco da crueldade.
Ao som do rock o frenesi da morte.
Uma onda obscura envolveu o Bataclan.
O planeta ouviu os ecos de pânico de Paris.
O desamor aterroriza a humanidade.
A segregação social promove o desequilíbrio das ações.
O egoísmo é o cavaleiro que promove a destruição.
As “luzes do iluminismo” levaram a França ao confronto direto com os jihadistas.
Não podemos fazer do ego o consumador do apocalipse.
Precisamos nutrir as nossas ideias com a essência de amor.

Dhiogo J. Caetano

Consciência Crística


O verdadeiro amor é uma centelha que promove a vida transcendental.
Faça do amor o combustível existencial.
Ninguém morre de verdade, despertemos para a concreta realidade, coberta pelo véu da bestialização humana.
Tudo que vivemos é fundamental para o progresso dos nossos dons.
A consciência Crística reluz dentro de nós.
Os sentimentos não podem nos sucumbir, estamos no controle do nosso ser.
Existe dentro de nós um poder criativo que sobrepõe à mente humana.
Podemos romper com a capacidade mental humana, homogeneizando com a consciência cósmica.

Dhiogo J. Caetano

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

O que a janela me diz


Vaga lembrança vagueia no meu pensar;
da janela alta, uma terra que não é minha
chove, como se fosse um choro compassado
o cinza celeste toma conta de todas as cores
e o verso do poeta se acinzenta, junto com o tempo

Das caminhadas, o olho mira um outro espaço,
placas dizem nomes, lugares, momentos
demasiadamente distintos e distantes.
são os olhos que velejam tristes
pela maresia das lágrimas de saudade?

Já não se deve mais hesitar,
o sufoco é contradito,
mas seu uso é parte normativa
daquilo que dizem ser importante pra vida
nesse processo louco e silencioso de sobreviver

André Café

terça-feira, 3 de novembro de 2015

O Sabor da Liberdade


Uma sensação obscura invade-me.
Entre celas, a opressão da liberdade.
No olhar o grito de socorro dos encarcerados.
Em meio a um ambiente fétido, a esperança ligeiramente surge.
Os indivíduos ali confinados tristemente narram a sua realidade.
Jovens, idosos, mulheres sentem na pele a "justiça" humana.
Os agentes carcerários esboçam uma expressão de superioridade.
O Judiciário decreta e homologa a sentença.
Estão pagando o erro, com a privação da liberdade. Essa é a solução?
Em uma visita para coleta de material biológico, pude sentir na pele os efeitos da prisão.
Um jovem olhou nos meus olhos e disse: "Que bom que você veio, não queria sentir o gosto da liberdade".
Em uma cela ao lado, outro jovem meneou com a cabeça, dizendo: "Quando saímos, somos humilhados. As algemas e a própria viatura policial nos crucifica como bandidos, marginais, monstros".
"Ninguém vê a possibilidade da mudança. Todos querem julgar!".
Meu coração em prantos instigava-me a perguntar a mim mesmo: Como poderia ajudar, o que fazer?
Em uma pequena cela, um grupo de indivíduos, que por infringir as leis humanas foram exilados do contexto social.
Mas quem são os condenados? Quem são os condenadores?
A solução é o aprisionamento, ou a reeducação?
É chegada a hora da revisão de todas as estruturas instituídas para a vigente ordem da vida social humana.
O primitivismo deve ser banido da nossa perspectiva intelectual e filosófica.
Progredimos, mas arrastamos a origem instintiva até os dias atuais.
Muitas das nossas atitudes são difundidas de forma irracional.
O materialismo de conluio com o egoísmo fecunda o autoritarismo que dita as regras humanas.
Existe um universo desconhecido à nossa volta, não podemos morrer nas profundezas da incompreensão de uma razão tola.

Dhiogo J. Caetano

sábado, 21 de dezembro de 2013

O crescimento de cada dia


Um dia...
Sempre há aquele dia onde nós pensamos uma coisa, agimos de forma oposta, e achamos que estamos fazendo o melhor possível! Realmente a juventude é inimiga da sapiência! Nem tudo é rápido como queremos, nem tão perfeito, e nem tão imutável!
As vezes, e não são raras as vezes, nós acreditamos que fizemos a melhor escolha, e esta escolha em certo momento pesa, nos machuca, e nos tira o sono! E por mais vezes ainda, aquelas vezes em que você pensa "fiz a minha melhor escolha", você percebe que haviam outras escolhas, mesmo para o mesmo momento.
Em vários momentos procurei a perfeição que enxergava como tal, julguei com tamanha força achando que eu era superior aquele momento, mas não era! E vivendo e cometendo os mesmo erros, percebe-se a fragilidade do ego em cima da sabedoria: as falhas dos outros talvez sejam as suas! E ao perceber isso há um crescimento sem precedentes! Problema é o tempo: quando esse crescimento se dá? E outra pergunta: será que foi tarde demais?
A medida em que crescemos percebemos que a expectativa sempre será além da realidade, e que por mais claro seja o pensamento do momento, ele ainda está sobreposto a sombras de incertezas ou insuficiente de clareza. Nada será mais do que aquilo, se fosse não seria... Nunca sabemos mais daquilo que achamos saber.
Há sempre a linha tênue entre a expectativa e a realidade. Quando dei por mim, percebi que essa disputa interna sempre existirá, porém ela só se tornará uma angústia quando a expectativa for além da realidade, e não imersa nela! Provavelmente existam expectativas plausíveis, e é nelas a que quero me prender... ou melhor, gostaria!
Falhas todos temos, o importante não é saber somente se elas existem, mas de que forma podemos contorna-la! O momento em que isso ocorre? Nós decidiremos!

Hugo Jardel

21/12/2013 às 1:58

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Egolatria


Deixe de lado a egolatria.
Abandone os clichês.
Pratique a arte de viver com profundidade.
Seja simplesmente você.
Não institucionalize o ser.
Você não é nada...
Procure agregar pontos positivos.
Acorde para a realidade.
Não pratique a masturbação intelectual.
Faça das fontes literárias o meio libertador para os bestializados.
Através da arte podemos levar a luz para os “descerebrados” pelo sistema alienante.
Despertemos rumo à era das luzes, deixemos o provincianismo e cresçamos.

Autor: Dhiogo Jose Caetano

Segregado


Sua crítica corrói, destrói...
Sua fala é como bala...
Sua escrita é como faca...
Não julgue o livro pela capa!
Quero dizer para aqueles que dizem que “SOU”; que não sou NADA diante da vastidão que me circunda. Nada é meu, nada me pertence! Sou só um navegante, ou melhor, um aprendiz de navegante que neste oceano existencial procura ser simplesmente mais uma gotícula em meio à infinitude líquida que compõe o vasto mar.
Nada sou, sou nada, nada é meu, meu é nada, simplesmente nada, nada simplesmente sou!

Bênção de sermos bênções


Graça é aquilo que diz o peito gratidão. Graça nos dão quando – nos lábios – nascem sorrisos da Alma. Quando na Alma não mora distância. E silêncio é ciranda alegre de bem-querer. Fazendo palavra música a bendizer qualquer carinho bradando dentro. Porque nos dizeres mudos se sabe o que há de vasto. Ainda vastidão não sabendo espaço. Vivendo incasta. Desnuda. Convite a ser manto, vestindo-se do outro. Aprazando o eu (coração). Gratidão é a semente bonita – bendita a brotar sentimento. Sentindo o íntimo dizer à mente que o que arrepia o peito, e pulsa o coração é Amor. Amor com “A” maiúsculo. Amor sem dúvida. Sem peso nem culpa. Crescido. Maduro – livre para ser sentido e só. Somente Amor. Puro. Gratuito. Válido em toda dimensão que cabe. Todo Amor é sagrado. E remove o amargo, descabendo de tão nobre. Quando destino consente nascer o que não se explica mas se sente vivo. Avivando cores mortas. Trazendo luz aos olhos. Celebrando em nós a bênção de sermos bênção orvalhando o outro. Gratidão é o cheiro que exala quando há dentro um jardim infindo de rosas humanas a nos enfeitar.

Nayara Fernandes

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013


O que se pode dizer daquilo que não foi sentido ou experimentado? Como se pode sonhar com algo que nunca aconteceu? Loucura? A imagem não é ofuscada, sai perfeitamente em meus pensamentos. As cores, as vozes tudo faz sentido depois do acordado, mas ainda não se entende. Por que foi sonhado?

Juliana Gomes

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Adeus


Pequenas coisas, grandes consequências.
Queria entender, mas é incompreensível, o melhor a fazer é seguir em direção do nada, do infinito, do além daqui.
Minha alma chora na vastidão da minha casa material.
Estou sem alento, quanto sofrimento.
Fui magoado, mas cruelmente magoei quem tanto amo.
As palavras ríspidas me levam a reflexão de tudo que vivemos.
É chegada a hora do adeus.
Minha alma chora na profundidade de um corpo desvanecido.
Uma aflição rompe com os limites do meu equilíbrio.
A boca fica seca, o estômago embrulha, uma ansiedade me consome por completo.
Enfim, é chegada hora...

Autor: Dhiogo José Caetano
Uruana, Go

terça-feira, 10 de setembro de 2013


Fazer um balanço da sua vida é muito mais que ouvir uma bela música e olhar para o teto.

É pensar e analisar cada palavra já dita, cada atitude feita, espontânea, (in)desejada ou doce/amarga.

É pairar sobre cada momento seu, a cada recorte cronológico e a cada fingimento escondido.

Analisar sua vida vai além da indignação, arrependimento ou vontade. É uma dialética platoniana embebecida de perdas e ganhos enraizada no seu ímpeto ego cada vez mais cêntrico e racional de se analisar.

Mas que a cada balanço da sua vida sua pisqué coletive-se e rompa com o individualismo. Que perceba que o amor e a fraternidade são a liberdade unificada. Sem fronteiras e que perpetue-se para mais além. Seguindo as ondas sonoras da bela música, penetrando no seu eu e mudando sua vivência. Tornando transparente a mudança no meio da cortina poluída de mediocridade!

(Miguel Coutinho Jr.)

Hoje é um dia comum, mas um dia diferente de ontem... falta-me palavras para expressar, o turbilhão de sentimentos que transborda do meu ser e da minha alma. Hoje aprendi que vida é uma estrada infindável, um percurso evolutivo que nos leva para o desconhecido, para o além das fronteiras do existir.

Autor: Dhiogo José Caetano

A arte de viver é um sofismo, uma prática que realizamos releituras todos os dias. Um aprendizado que construímos aos poucos de forma lenta, onde juntamos várias peças conquistadas ao longo do tempo, através de contatos e experiências com os outros seres que compõem a essência do nosso planeta.

Dhiogo José Caetano

QUANDO EU CRESCER... QUERO SER UM POETA...


Quando eu crescer quero descobrir a fórmula do “bem-viver”.
Com carinho, amor, luz... quero escrever versos e sentimentos.
Deixar registrado a sincera cortesia e nobreza de espírito...
Quero ser um homem que quando fala, não simplesmente diz... ensina.
Simplesmente quero descrever os momentos de forma inteligente.
Cultivar o amor e assim colher o respeito de todos os quais encontrarei ao longo da minha existência...
Em meus textos a lealdade, nacionalidade, amor e dedicação...
De forma plena quero manifestar a solidariedade com a humanidade e lutar pelos direitos dos mesmos.
Quero ser pai e intensamente quero levar um sorriso meigo, expressivo e coletivamente humano.
Nesta caminhada evolutiva quero caminhar pelos vários caminhos, sem esquecer de deixar uma semente que no futuro se transformará em uma grande árvore que simplesmente contemplará toda humanidade.
Em versos, prosas, rimas, poemas, duetos, acrósticos a liberdade de expressar os sentimentos.
Sentimentos vividos de forma coletiva e profundamente partilhados no dia a dia.
Quando eu crescer, quero continuar aprendendo cada dia mais e mais.
O saber sempre foi a minha busca e sempre será!
Quero viajar além dos limites só para escrever poemas e poemas.
Neste contexto quero dividir “tudo que sei, ou que acho que sei”.
Afinal, quero simplesmente eternizar os momentos, sonhos, medos, ideias, lembranças e mundos.
Quando eu crescer, quero ser um poeta!
Poematizar a vida...
Viver de poema...
Construir uma história poética e narrar o existir através dos versos.
Indubitavelmente quero ser poeta...

Autor: Dhiogo José Caetano