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sábado, 23 de dezembro de 2017

Reencontro o ponto

Resultado de imagem para cidades abstratas



Estes ares nada me atiçam pelo verso;
e não foi falta de milhagem,
ou mesmo de aprofundo:
no escuro do cimento e asfalto
o poder, o frio seco, e um sem tato.

Outrora distante, sem pensar em cidades
caçando o ardor no peito de quem passa na rua
à toa, são milhões de histórias,
trajetos entrecortados de ternura e tristeza;
só um gole de cerveja trás leveza?

As vias não falam o que penso escutar,
o silêncio que me grita é alto e claro breu
sou eu ou são todas as coisas?
Me mova, qualquer fita em embaraço,
para quem grita, fiar o meu abraço

André Café, dias sem poemar

domingo, 28 de agosto de 2016

Jogar-se



Para Vanessa Ferry de Oliveira Soares 
   
Para nós e nossa união cósmica

Deuses deram as cartas:
Odu, horóscopo, sinestesia.
Antedisseram que faria parte 
Sermos um e uma na vida, todo dia.
     
Sonho  projetado se realiza
Em cada passo dado, objetivo cumprido.
 Amor abrigado fora das balizas
Batidas no peito forte, cheias de motivo.

O risco de viver a vida vira traço 
Contido num sorriso, num abraço,
Num cheiro de canto de boca, tuas linhas 

Viram partes nossas tão minhas
Olhos em encontro, expandindo 
Na nossa união, casal tão lindo!

domingo, 18 de outubro de 2015

Ouvindo



Me transporto para Teresina
Me transporto para a terra mágica
Me transporto para o calor
dos seus belos fins de tarde
Me sinto na cultura, 
na vida e em seus sentimentos
Me sinto acolhido
Me sinto envolvido
Me sinto mais
Me sinto possível
Me sinto quente
Me sinto em Teresina

Victor Barbosa

quinta-feira, 13 de março de 2014

Quero crescer


A cidade parece a mesma
da mesmice que se diz
no dizer de poucas vozes

Esverdeadamente cinza
cor da neutralidade
no capuz de seus algozes

Das tuas ruas sobram óleos
,asfalto fritando o dia
e alegorias em luzes

A cada ponto morto,
vivem estacionamentos,
e várias culturas raízes

'Teresina'quer vidro, concreto e metal
como alimento para o descanso
do alardeado crescimento

'Teresina' quer sangue e soberba
mais prisões de leito manso
para encastelamentos

Hoje chove e ela insiste
em pontes para outro mundo
quem me dera proutro tempo

Não somente ao passado
mas um futuro idealizado
sem pudor e impedimento

André Café

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Domingo em Teresina em memória

Tibor Jablonsky - Rio Parnaíba - Teresina/PI em 1957

Abrasador
um carro que espaçonava-me
o reclame em asfalto

Novembro
é frio que arde junto do tempo
a poesia que sonha o fato

Caíram-se,
mas renovadas em estações de longe
nascem as folhas na esquina

Abraça a dor
queima moleiras e memórias
nas histórias de Teresina

André Café

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Domingo em Teresina em Sol menor


Não há o som arredio
nem o clima me importa
atravesso a existência
e me ponho no asfalto
nem os perigos me chamam
só o silêncio me grita
para a folha caída
para o verso encrustado
para o sol desmedido
para o tempo soprado
Não há o som do vazio
nem realidades tortas
me apego a essência
e no ambiente me tato

André Café

Domingo em Teresina


Até o vento acolhe o pedido do tempo
nesse ausente convidativo
rebusco o olhar de esquina
enquanto as folhas de outono caem em terras de verões
segue sua origem, num dançar vazio que me deixou levar
como assim seria delírio inocente
num ardor mais calmo e sereno
daquilo que dizem ser mundo pequeno
uma tarde de domingo teresinense


André Café

domingo, 22 de setembro de 2013

Árvores do Futuro - Rio Parnaíba Limpo? não: sujo e muito sujo...

 À QUEM TEM O DEVER DE DEFENDER O MEIO AMBIENTE POR DIREITO!

o dia começa com uma missão especial: reunir-se com dezenas (talvez mais de uma centena) de jovens interessados e empolgados com a causa ambiental

saímos de casa absortos na ideia: hoje é dia de preservar o meio ambiente e ver como está o rio
é preciso ser forte, corajoso, destemido, resistente e capaz

seguimos caminho até o local, margens do rio Parnaíba em Teresina,
bacia hidrográfica do Parnaíba - a terceira maior bacia hidrográfica do país inteiramente nacional
um gigante este velho caudaloso com mais de 1.400km de curso a brolhar da chapada das Mangabeiras
segue seu curso recebendo como afluentes entre outros os Uruçuí Preto e Vermelho, o Gurguéia,
o rio Piauí - que dá nome ao Estado - , o Canindé, o Poty, o Longá, o Corrente, para citar alguns.

Mas ao chegarmos à margem rente à ponte velha que liga o bairro Saci em Teresina(PI) a Timon(MA)
O que acontece é de desesperar: uma faixa de quase um hectare de terra onde outrora havia mata ciliar
desmatada, destruída, como que incinerada por mãos não de homens mas de monstros, crápulas, 

e para quê? para assentar alguma família ribeirinha?
não, senhoras e senhores, jovens e idosos, moças e rapazes
apenas para montar um bar, um lava jato de automóveis e um... motel. isso, um MOTEL!

Ou seja, para que eu possa justificar aqui em formato de poesia:
"seja noite, seja dia
o guri e a guria
não fazem amor na mata
tem motel ali na via"

Em meio a toda a cidade e áreas que esta dispõe para edificações, foi-se construir um bar, 
com poluição ambiental, visual e sonora - 3 em 1! foi se ainda construir um lava jato,
água e óleo ali se misturam todo dia! foi se, ainda por fim e não menos péssimo, construir...
um Motel cujos muros beiram a beirada do rio; ou seja, noutra passagem poética:

"A água bate no muro, o muro bóia na água, os casais se amam a qualquer hora e um dia a casa cai."
E se morrer em coletividade um monte de gente em pleno ato amoroso, ali no rio?
Aliás, será que vai morrer de afogamento, por conta da poluição do rio ou atolada nas coroas?
Façam suas opções, a escolha vocês decidem!

Bem, falta nesta cidade, de verdade:
coragem, respeito, honra.

Salve Gregório de Mattos Guerra,
Salvemos o Rio Parnaíba e o Rio Poty.

Aliás, os rios todos que morrem à míngua, vítimas da cruel humanidade, monstruosa.

Esse foi o meu relato do dia da árvore mais triste que já tive em minha vida, após tantos anos comemorando com atividades educativas e festivas na escola e no colégio; agora que estou na faculdade os rios pedem socorro e as matas morrem de sede... 

A poesia era pra ser esta: (no sábado, 21 de setembro de 2013)

Árvore:
parabéns pelo teu dia!
Tua copa e tua sombra nos protegem, nos acolhem e nos abrigam.
Teu tronco nos serve de suporte e dos galhos é casa de muitos animais e até outras plantas.
Tuas raízes servem a proteger o solo e muitas vezes de remédio.
Tuas folhas são o adubo do mundo, de outras árvores húmus revigorante.
Teus frutos são semente e alimento, de seres tantos e até de si mesma na eterna sinfonia da vida.
Árvore, parabéns, você merece. Sem você, não vivemos aqui na Terra.

Salve Árvore, 
Ar que nós respiramos;
Vo-zes que ouvimos da Mata-Floresta e falamos contigo;
Re-ciclagens de pensamentos ecológicos que proporcionas!

Ar-te em forma sempre viva;
Vo-cação da natureza em equilíbrio sustentável;
Re-ssensitividade do ser humano entre o cosmos, o ser e a mãe terra.

João Paulo Santos Mourão 
JotaPê

22/setembro/2013 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Teresa Cristina


Prazer sou Teresina
Sou mulher e sou menina
Do caju sou cajuína
Sou os bares da esquina
Eu sou Clóvis, Caneleiro
Sou quintal, eu sou Bueiro
Minha Tenda é Alternativa
Sou Churu, sou Bohemia
Sou da praça Pedro II
O Som do Clube dos Diários
Sou do rock no Coreto
Na Central de Artesanato
Sou dos Trilhos ao Ar livre
Meu Canteiro está em Obras
Sou Mercado novo e velho
Do São Joaquim à Piçarra
Todo fim de festa que se preze
Tem que se dá uma passada
Sou santa, sou beata
Sou Benedito, das dores
Sou de palha, dos louvores
Sou a fé que me levanta
Sou o encontro de dois rios
Que se perdem na imensidão em si
As vezes sou Parnaíba, outras sou Poty
Mas também tenho lagoas
Da zona sul à zona norte
Sou uma cidade bacana
Na minha Potycabana
Pode vir, é só entrar
A diversão é garantida
E não precisa pagar
Sou uma cidade inovada
Tenho até ponte Estaiada
Lá onde todos se encontram
Pra conversar, curtir um som
Pra caminhar e me ver do alto
Sou calçamento, sou asfalto
Sou casa, casebres, casarões
Sou hotéis, condomínios de luxo
Sou as ruas e avenidas
Becos , vielas, bairros e vilas
Sou quente todos os dias
De domingo a domingo
O sol não descansa nem um pingo
Meu shopping é da cidade
Tem todo tipo de variedade
Do chinelo de couro
Até a blusa de “marca”
Sou a praça da Bandeira
Minha ciranda é na saraiva
Sou a praça das Palmeiras
Meu aroma é de Eucalipto
Sou infância, sou lembrança
Adolescência, sou essência
Sou adulto, sou um vulto
Que passa no piscar de olhos
Já tenho 161 anos
Dias de luta, gloriosos
Sou um livro de histórias
Cheia de encanto e mistério
Cheia de dramas e comédias
Da vida cotidiana
Sou Francisca, sou Raimunda
Inez, Fiama, Antonina
Se me perguntarem se um dia te Trocarei
Direi jamais te Troco minha Teresina

Halysson Arrais

sábado, 17 de novembro de 2012

Torquato Neto; um texto da véspera passada


11.2012

  99 ESPECIAL TORQUATO NETO 66

(...)“MAMÃE, CORAGEM” e “O HOMEM CONCRETO”  EIS A “VERDADE TROPICAL” : Dona Canô, mãe dos cantores tropicalistas Caetano Veloso e Maria Bethânia, segue indiferente ao tempo opressor e aos 105 anos de vida realmente implica com a praxe lógica da cronologia humana; exemplo bastante semelhante ao do mais que centenário arquiteto Oscar Niemeyer, que aos 104 vai ao hospital fazer um check up e logo,logo volta ao batente entre projetos ou eventos. Guardadas as preocupações costumeiras de familiares, parentes e amigos próximos, além dos profissionais de saúde que os atendam, obviamente.  

Talvez o jornalista incompletamente formado pela universidade das ruas e redações do brasil Torquato Pereira de Araújo Neto anunciasse algo assim se ainda escrevesse no Jornal do Brasil e pintasse até uma manchetona algo parecida ainda hoje.

DE MARISTA A TROPICALISTA: COM UMA ENCAMINHADA E SÓLIDA FORMAÇÃO EM COLÉGIOS DE IRMANDADES RELIGIOSAS DESDE O INÍCIO NO COLÉGIO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS (NA VULGATA, COLÉGIO DAS IRMÃS) EM TERESINA E EM COLÉGIO MARISTA EM SALVADOR, O ADOLESCENTE PIO EXISTENTE EM TORQUATO NETO PREPARA DO GRANDE SERTÃO NORDESTINO VEREDAS AO JOVEM JÁ CÉTICO EM RELAÇÃO À CARREIRA DE DIPLOMATA OU BUROCRATA PARAESTATAL. //

 E INSINUA EM SI VOCAÇÕES E DONS OUTROS, NESTA TRILHA MAIS QUE LITERÁRIA, MUSICAL OU CINEMATOGRÁFICA; BEM MAIS QUE ISTO: UMA POLIFONIA CULTURAL ECLÉTICA ALIADA AO ENGENDRAR DE REFLETIRES-PENSARES-AGIRES RUMO ÀS EMERGENTES MEGALÓPOLES BRASILEIRAS, O SENTIMENTO E A COGITAÇÃO ORA COMO JORNALISTA, ORA COMO PRECEPTOR OU COLEGA DE ARTISTAS E ATIVISTAS ENGAJADOS EM CONVÍVIO TROPICAL. //

LOGO, NÃO É DE SE ESPANTAR QUE A EMPREITADA DEPOIS BATIZADA DE TROPICALISTA JÁ NASCE EM TORQUATO NETO E MESMO NO GRUPO BAIANO-NORDESTINO AO SUDESTE AGLUTINADO: AUGUSTO E HAROLDO DE CAMPOS, DÉCIO PIGNATARI; HÉLIO OITICICA, TOM ZÉ, CAPINAM, GERALDO VANDRÉ; GILBERTO GIL, CAETANO VELOSO, MARIA BETHÂNIA, GAL COSTA; LUIZ MELODIA, CARLOS PINTO, NONATO BUZAR, PAULO DINIZ, RENATO PIAU; JARDS MACALÉ, WALLY SALOMÃO, IVAN CARDOSO, ...E TANTOS COLEGAS DE CRIAÇÃO QUE FICA ATÉ DIFÍCIL CATALOGAR, ATÉ HOJE, MESMO CONSULTANDO ARQUIVOS E ACERVOS SÉRIOS.//

E PERCEBAMOS QUE CRÍTICOS, DESDE BIÓGRAFOS, PASSANDO POR COLECIONADORES, ACADÊMICOS ESTUDIOSOS E PESQUISADORES, ALÉM DE UMA LEGIÃO DE FÃS OU APRECIADORES – MARGINAIS OU NUCLEARES – TAMBÉM EM MOMENTOS CÍCLICOS E PERIÓDICOS RETOMAM FRAGMENTOS DA VIDA QUE VENCE A MORTE EM TORQUATO NETO. ALIÁS, NA IMAGINAÇÃO DESTES DIAS, HÁ A IDEIA DE QUE É MELHOR QUE SE DIGA PRECISAMENTE: 

“SUICIDARAM TORQUATO”.//

AQUI ATÉ HOJE É O FIM DO MUNDO! NÃO QUE SEJA UMA PRAGA OU DESTINO FATAL EM INSTANTES DE FEÉRICA HISTERIA MUNDIAL; APENAS DIZER QUE, APÓS 40 ANOS DA MANCHETE DE 19’72 MUITA COISA MUDOU SIM, O BRASIL É OUTRO, ATÉ O PIAUÍ É OUTRO. NESTES 68 ANOS DUM TROPICAL ADEUS TORQUATEANO, DIGAMOS ATÉ LOGO, POIS 68 DIZEM É UM NÚMERO QUE NÃO FINDA EM SI, NESTA HISTÓRIA A SER RECONTADA.// 

NOS JORNAIS DO BRASIL É SEMPRE MPB!.// 

(João Paulo Mourão para o “Sempre MPB” de 11.11.2012)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012

DIÁLOGO SURREAL CITADINO


(...) _ _ _

O poste parou, pensou e falou para o cano: 
-- “muita água ainda para rolar?”
E o cano, na ponta da língua, respondeu: 
-- “tanta quanto a que rola na hidroelétrica, mas sem fiação que a aproveite por todos os lugares!”
A pedra de calçamento, ouvindo a conversa, pensou em voz alta: 
-- “no final tudo volta ao pó.”
O tijolo, que assistia a toda a prosa silencioso, refletiu consigo e comentou aos demais amigos:
-- “no fundo, sem nós e sem nossas obras, talvez não se concebesse a urbanidade.”
E o gás, ali embotijado no subsolo, devaneou: 
-- “o progresso eu acompanhei, para evitar a morte das árvores; mas eu mesmo trago um pouco das finadas florestas e matas pré-históricas ... e de animais pré-históricos ... e até os pré-humanos!”
Mas o telefone público, na sua sabedoria, explanou: 
-- “todos nós, cada um em sua linha de condução, temos nossa função social e importância para o futuro da humanidade.”
O relógio da praça, com um leve acelerar no compasso dos ponteiros, cogitou para consigo próprio: 
-- “eles mudam de forma e de lugar, mas sempre pensam o mesmo!”

(...)

* Para a cidade de Teresina e seus(suas) habitantes piauienses, maranhenses e nordestinos(as) todos(as) aqui conviventes. Sóciopoetas emudecidaente censurados(as) pela necessidade de superviver além de sobreviver ao subviver. Essa foi pra você Therezina.

[publicado no Jornal A Verdade versão impressa em maio/2012]

terça-feira, 15 de maio de 2012

Caçoada iletragnorante

Meu panfleto é esse: Caçoada iletragnorante

(-------------------)

A camisa de força na vitrine;
(o carro de mídia o anuncia)
a mordaça, na tinta de uma lei;
sem senso algum.

A camisa de farsa no corpo;
(um costume mo silencia)
a censura, na força de uma expressão;
sem aviso nem um.

Nossa ciência se inclina a progredir pelo bem.
Imposta. (Ou disposta.)
Outra ciência, a transgredir para o mal.
Nefasta. (Ou modesta.)

Estranho estado este de ser humano.
Sem ser gente.
Em que palavras assinadas e firmadas ferem e matam.
Em que vontades aprovadas e afirmadas olvidam e faltam.

(* * *)

Poesia é quando não se aguenta e se inflama a alma do povo.
Poema é quando não se contenta e se consuma o espírito da época.
Rima, teimo e caçoo, é quando a filosofia do tempo e arte do lugar
se transcrevem em uma linguagem. (Será Arte? Serão artes?)

Mudando para a Prosa, a arquitetura do pensar se faz outra;
mas a intenção e a forma também inscrevem
razão,
sentimento,
dom,
e invenção:
com outra estilística.
(A do texto e ponto corridos,
conforme os primários ditados!)

(* * *)

Uma loja se chama poesia,
o mercado é poema,
e a economia é prosa:

(a rima poderia ser o marketing:
subliminar ou sobreliminar)

a singela tríade (ou quadra)
e hoje assim travestidas estão,
neste mero exemplo.

E a política?
Que seria esta?
Qual linguagem?

(Alguém arriscaria e diria.)
O teatro, mais especificamente a farsa;
mas não uma que se vista,
uma que se viva.

Até virar comédia, tragédia, drama
ou adaptação outra.
Sempre em cartaz...
sempre.

ou não?!

?!.

(-------------------)

[De: João Paulo S. Mourão # THE (PI), 04~15/05/2012
Para: Sociedade dos Poetas Porvir]