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sábado, 23 de junho de 2012

Sobre as nossas estações









Ah, os teus lábios doces!
Me perdi no labirinto
Dentre dentes e salivas
O teu sorriso cálido que embala a noite

Entre tantos corações e mãos suadas
O meu ser clama desesperadamente
Pelo o teu alento e tua canção de ninar
Que se seguiram em noite de verão

Depois de tantos erros e arrependimentos
O enlaço dos teus braços me prenderam
Feito nó

E o céu em coro declama
O quão lindo será os verões
Os invernos, outonos
E tantas primaveras!

(Gabi)

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Poema sobre prazer




Hei de me embriagar nos véus da tua alma
Descobrir todos os teus segredos eloquentes
E desvendar teus mistérios
Do tardar da velhice
E no auge da tua juventude

Inundar-me nos teus lábios adocicados
E desmaiar no envolto dos teus braços
Ah, quanto prazer!

Vamos sentir, fluir
Nesse oceano de desejos carnais
O sentimentalismo que aflora na pele
Acabaremos todos os tristes ais
Atracaremos no próximo cais

E da terra nos tornaremos pó
Depois ser levantada a aurora
Exacerbada do nosso prazer.


(Gabi)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Novembro




Doce novembro tivemos
Regado de musica e poesia
A inspiração de tantos termos
Criado pra acalentar corações

Que sol brilhante nascia
Todos os dias de novembro
Quantas tardes nos embriagamos
De tantos risos e carinhos

Quão verdes eram nossos pastos
E tanta coragem existia em nossas almas
Quão serelepes eram os animais a passear
E nossas intenções as mais cálidas

Tão espontâneo o sorriso
Que saltava dos lábios sem mesmo ser visto
Tão brilhante eram os olhos
Que tantas outras luzes foram ofuscadas

Quão forte batia nossos corações, um sobre o outro
Quantos beijos nos fizeram derreter
E tantos abraços descobriram tamanho prazer
Doce novembro...
e um beijo pra você que partiu.

(Gabi)


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Utopia





Utopia

Esse súbito de pensamentos
Que na minha alma se cria
Em lágrimas eu adormecia
Esquecer a tristeza é um talento

Desses amores mornos
De beijos frios
Em tantos desencontros

A minha alma cansada
Já se cansou de aventuras baratas
E almeja tão forte como a correnteza de um rio
Desenterrar um futuro sombrio
Viver de uma louca e velha utopia.

(Gabi)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Retalhos





Preenchido de um vazio

Meu peito parece tão esguio

Repentino calafrio

Minha alma tão liquida como um rio


Procurando por um mesmo cheiro

O sabor do mesmo beijo

Empresta-me um isqueiro

Que o ultimo trago é corriqueiro


Uma morte rápida

Pra tanta aventura barata

Todo sangue do corpo derramado

Chega de tanto retalho

Nesse coração costurado.




(Gabi)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Sem Mais






Sem musicas mentirosas

Que falam do amor jamais sentido

Nesse teu coração fingido

Cheio de desejo reprimido


Sem joguinhos bobos

Sem promessas quebradas

E palavras falsas


Que as atitudes sejam cristalinas

E que a paixão seja rara, verdadeira.

Que o amor invada a fronteira

Do teu peito frio...

Vamos fazer uma fogueira.

(Gabi)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Sobre dias claros




Você já não é a minha inspiração

Que tantas noites me fez perder o chão

Você já não é motivo de riso e poesias

E também não receberá minhas carícias


O sol é meu, somente meu

E a lua clareia a minha janela

E espanta todo o teu breu


Eu tenho a luz, tenho riso.

E meu rosto estampa um sorriso


Você é só uma lembrança

Já não há esperança

Fique bem, doce criança!



(Gabi)