Mostrando postagens com marcador amor livre. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor livre. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Amor livre


Livre, porque se expande
não há limites para o sentir
pois nossa liberdade tende ao infinito

Será doce ou quente, discreto ou rompante,
na vontade compartilhada dos pares e ímpares
somos amor com toda intensidade,
carinhos, carícias e muitos desejos
até quando quisermos
na medida que nos descabe
dure o tempo permissivo
pra que esse amor não acabe

E na vontade de cada uma ou um e tantxs
se espalhar, sentir, alvorecer

ou não, e tantas outras coisas

André Café

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

melo dramático...


melo dramático (para Allynne, a única das únicas...) a paixão e as desilusões amorosas de um jovem por uma jovem... também fiz outras coisas nesse meio tempo; me espiritualizei e equilibrei com Deus revi velhos amigos/as, senti de novo aquele elã que me cativou sempre nossa vida é um novelo de linha, em que as mãos dadas conseguem tecer lindas relações de estima, momentos felizes e altivez, é o sonoro instante de inclinação de pessoas rumo a conseguir fraternizar-se. nossa vida é um suspiro, aquele suspiro de energia e amor que transforma o nosso dia em algo de realização. a nossa vida é aquela imagem mental, aquele estalo de memória que nos torna tão próximo de quem nós realmente gostamos, mesmo à distância. nossa vida é o amor materializado e a obra de Deus perenizada nas diminutas descobertas que representam grandes assuntos ao cabedal de nosso repositório humano: somos pó das sementes, poeira dos astros, átomos do microcosmo, partículas a viajar suave e perenemente pelo nosso universo conhecido. Nossa vida é um engenho e nós somos os ingredientes dessa dimensão “ a rapadura só faz bem; a cachaça só traz mal ” e você, você sim: é o açúcar mascavo: inigualável especiaria! . 14/01/2014 João Paulo Santos Mourão (JotaPê S.Mourão) 18:00hs. .

sábado, 5 de outubro de 2013

Soneto Intrusivo



Quem és tu, intruso? Que adentra a minha casa
Sem bater a porta ou se importar em me chamar,
Nem apertar campainha ou pedir permissão
Pra se intrometer e atrapalhar minha vida

Atrasando a minha ida e me trazendo de volta
Me tomando pela mão, trocando olhares e beijos
Me tratando com tanto tato, tocando meu coração
Entre textos tácteis, taciturnas notas

Então, estranho, antes que seja tarde 
Triture minha tristeza, destrua meus traumas
Me tire desse transe, dessa introversão

Transite entre o meu tórax, perto dos trópicos
Atravesse o trânsito quase que intrafegável
E se instale no centro, dentro do meu peito.



poesia inspirada na novela/noturno "Pela noite", do livro
"Triângulo das Águas" (1983) de Caio Fernando Abreu.

terça-feira, 25 de setembro de 2012




''Olhei nos olhos de um
vi os desejos do outro
a contemplação me tocou
com a presença deles
como amar a três
não sei apenas amo


quero o chrame do olhar de um
e o singelo toque do outro
esta além do corpo
esta no coração
esta na alma
pois meu ser se reparte

só estou completa com eles
sendo santa
sendo suja
amo assim de maneira louca
o desejo e o alimento de minha essência
corteja-los é o meu prazer
pois isso é sentir amor e desejo''

(Yara Silva)