Mostrando postagens com marcador Carpaso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carpaso. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de agosto de 2012

amizade em um mundo estranho



                                                                                                       

Continuem fingindo que ela não existe

E que nunca foi vista

Nos arredores da sua vida.

Continuem acreditando 

que vocês a ela não pertence

E que nunca foi preciso sentir amizade verdadeira

Nos arredores desse mundo tão estranho

 e desumano.

Pra falar a verdade, 

não continue.

Sinta (...)

porque a amizade é vida.




fotos e palavras de uma tal de carpaso

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Voltei, meu bem.


Voltei, meu bem,

 e volto de onde nunca deveria ter saído.

Fugir do nosso amor é fugir de mim.

Não, eu não me arrependi de nada

porque tudo que acontece,

deveria acontecer.

É tempo de acordar, e ainda dormir.

Momento de ter certeza

que sem ti, não sou alguém, ninguém.

Voltei, meu bem,

Ainda bem.



                                                                                               Por Carpaso.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Noite minha



Eu decidi ficar perdida na noite de hoje, mas só na noite de hoje.

E que minha noite de amanhã seja perdida por qualquer outro motivo

Sério, tolo, honesto, fútil ou infantil, mas hoje...

Deixe-me ficar só e perdida por mim mesma

Porque só por hoje quero mastigar minhas próprias lágrimas

De sentimentos de individualismo e egoísta por não conseguir

Seguir em frente daquele jeito que me deixa livre e leve pra compartilhar uma flor contigo.

Então, só por hoje, deixem-me perdida porque preciso me vê, me sentir, me viver.

Só por hoje, deixem eu me encontrar.

E que amanhã eu esteja lúcida e não permita que você se perca,
Assim como eu.

Nessa noite, tenho apenas uma necessidade:

Que as minhas dores sejam somente minhas.

Carpaso

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sou como (não) Sou.



Não sou,
mas digo que sou,
pelo simples fato de dizer
e coexistir em um mundo
que a mim não me cabe.

E ao mesmo tempo.

Digo que sou,
mas digo que não serei o que quer que queiram que eu seja
pelo simples fato de que não nasci pra ser quem quer que você deseja,
 mas para ser assim como sou,
um objeto de pronome indefinido
conjugado no futuro presente do pretérito de não saber, sempre,  o que sou.

Carpaso

é o que nos Ama.




Parei para te escrever meus sentimentos
Pensei, rabisquei, poetizei e sorri:
Por que mesmo te amo?
Amo você porque não só complementa o que sou
Como também é aquilo que não há em mim, mas que vejo e me sinto em você.
Tuas coisas, teus mundos, teus jeitos... Duas de mim em corpos diferentes.
Foi o que pensei, é o que sou. É o que amo.
É o que nos ama: ser complemento e encontro...
De uma em outra, a outra em mim.
 É, eu te amo, mesmo!

Carpaso

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

o celular não toca.


É nesse desespero de
não conseguir falar contigo
Que percebo o quanto
lhe amo.

É nesse receio de me
privarem de ouvir tua voz
Que percebo o quão
necessito de ti.

Mesmo longe,
Tão perto nos faz uma
ligação.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

#grudapoesia



Tu me grudas e eu te grudo

Poesias em mim, poesias no muro.

 Poesias em todas as paredes gulosas

Das letras escritas, pintavas e sentidas

Que saíram de nós, foi para um blog e agora é do mundo.

Tão lindas, tão leves, tão robustas.

São sentimentos, são ferimentos,

São sortes nuas e do sangue poético agora nos muros.

Que antes era só cor branca, sem cor de quem

Antes não grudava poesia no mundo.

Ah, gruda poesia nos suores dessas ruas,

Gruda cores nesses muros tão calados,

Que escondem segredos mal falados.

Teresina que antes só era bela

Agora é poesia,

Com o nossa gruda poesia.

(Carpaso)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Poeminha II



“ (...) E quanto mais eu te conheço

mais gosto de mim

porque sei que fiz a escolha certa

e que a escolha certa

me faz aos poucos e aos muitos

o muito feliz e confiante de ser

o que escolhi ser. (...).


(Carpaso)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

outr@s



Espero que tu estejas bem

E

Que eu ainda te faça bem

Porque o sonho do mundo

Ainda é, por menor que pareça, que

Todos sejam felizes...

Um com o outro,

Um para o outro.

Uma com a outra,

Uma para com a outra.

Um com a outra,

Uma para com o outro.

(Carpaso)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Uns choros



Havia uma época que eu não gostava de chorar.

Engolia, me irritava, mas não chorava.

Depois, eu aprendi a chorar.

Chorava quando meu corpo e minha alma eram levados ao limite da dor.

Ah, e esse meu velho amigo tempo...

Ensinou-me a chorar só quando necessário

para aliviar meu sentimentos, bons ou ruins.

Com o passar do necessário

Veio-me o “preciso chorar”

E a chorar por qualquer coisa, momento ou esquecimento.

E agora?

Agora sou uma mistura insensata, mas essencial:

Chorarei, mas, somente, a mim, for preciso.

Independente de qualquer objeto direto, indireto ou indeterminado.

Hoje, bem menos que antes ou bem mais do que penso

Chorarei por mim, não mais por você


(Carpaso)

Poeminha do bem



Fazer-te bem

É também o que me faz bem.

Desejar-te bem

É o mais saboroso dos teus beijos.

Abraçar-te bem

É o que me protege do inseguro.

Amar-te bem

É como todas as nossas noites, dias, meses, ano.

Mulher-te bem

É assim como só tu sabes ser.

(Carpaso)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Poeminha



E se tu não me queres nesse meu jeitinho,

não invente de fugir.

Vem cá,

me fazer em coletivo.

(Carpaso)

domingo, 4 de setembro de 2011

Saudade e amor



A saudade que sinto faz tua presença tão forte em meus pensamentos que nem parece estarmos tão longe. Fecho os olhos e te imagino tão forte em minha frente que quando os abro tenho a sensação de lhe ver, com perfeição. Vejo teus sorrisos, e em teus olhos cheios de brilho os eu te amo que tu dizes com tua boca, com teus beijos, com teus abraços. Ah!  Que braços de abraços; sinto ainda o aconchego deles e dos carinhos que tu me fazias. Lembro-me de quando ficávamos na cama, sem fazer nada, só nos olhando; não era preciso falar nada, nossos olhos nos fazia viajar no tão grande é o amor que sentimos. E os cheirinhos, que cheirinhos eram aqueles? Eles me faziam ficar com jeitinho mais menina e dengosa do que já tenho. Que falta tu me faz, uma ausência tão imensa que não me sinto completa, falta parte de mim, uma das partes mais linda que é você! E têm dias que não me aguento de saudade, mas quando foi que ela não nos inquietou, não é? Sempre presente, sempre ao nosso lado, desde o primeiro dia. Talvez tão quão a palavra amor esta pra gente quanto à saudade, lado a lado, fieis companheiras. A saudade que faz o nosso amor ficar cada vez mais forte e o amor faz com que nos apaixonemos mais e mais pra matar essa saudade em breve... E um dia pra sempre.

Eu te amo, e sei disso.

(Carpaso)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

escrito1608


Queria poder eu dizer aos quadros cantos, aos todos os topos, e para todos os rostos que Te Amo, que te quero comigo, que tu és tão importante para mim como a imaginação é para os sonhos, como as palavras são para os livros e os sentimentos para as poesias. Queria poder eu ao menos te ter por perto, te abraçar com carinho, de encher de beijinhos e te olhar, às vezes, só te olhar, só saber que nós somos sempre, mesmo que o nosso sempre seja confuso.


(Carpaso)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Para um amigo daquela Universidade.





Não que seja egoísmo, mas bom mesmo era dois. Os tempos eram mais simples, mais compreensivo e sempre tínhamos um sorriso, e um jeitinho seu todo sarcástico e feliz de me fazer segurar o meu jeitinho toda boba de menina dengosa pelos ombros e falar: Ei, o mundo ainda tá rodando! É meu amigo, o mundo tá rodando e estamos rodando com ele, mas tu sabes que sou toda atrapalhada, que às vezes corro muito além desse nosso mundinho ou por horas só paro, vejo vocês passarem. Fico toda só minha, mas pra falar a verdade nunca sou só minha porque sou todas as partes espalhadas por quem passou na minha vida. Prefiro acreditar que meu tempo torto nos teu um tempo para que tu possas ficar livre desse meu ser estranho, não é que ele não nos queira juntos, é só por agora – talvez o ontem volte – e seremos Dois de novo. É tão difícil entender, se vê deixar; te ver ir para o norte enquanto vou seguindo pelo lado oposto.  Ainda estou contigo mesmo que eu não seja aquela tua sombra, teu tiracolo, o teu andar, dobrar, descer e subir por entre aqueles corredores da universidade; ainda estará comigo mesmo não estando nas refeições, o esperar dos banhos, pelas lanchonetes que tu não gosta de ir, e até mesmo perder o ônibus para esperar o meu. Tenho-te nos trabalhos que não mais faremos juntos, mas tenha certeza, teu nome estará nos meus agradecimentos do TCC porque tu sabes que sem tu lá eu não existo, mas vou aprender. Obrigada pelo o que já fomos... Desculpa pelo o que sou; pelo o que ainda não consigo ser.




(Carlienne) 

sexta-feira, 25 de março de 2011

O meu amor não é mentira



O meu pequeno amor não é mentira!
Pode até ser um amor louco e bobo,
de quem dar os primeiros passos na vida...
Mas não é falso não. Ele só é simples e confuso...
Ele é todo atravessado. 

O meu amor não é mentira não;
tenho uma paixão arrebatadora que me deixa sem ar;
eu quero tanto mais tanto o “nosso estranho amor”
que busco forças grandiosas para não correr do medo de querer o para sempre,
com uma pessoa só. Todo esse bom sentimento que sinto por ti...
Achado dentre os perdidos largados é verdadeiro, menina/o.
Ele só é um muito tentando caber no meu pouco ser desorganizado.
Ainda não sei se o que sinto é amor, mas sei que entre os meus certos e errados...
Parte dos meus certos é estar com você.



(Carpaso)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Haja Tempo




Teve um tempo que eu saia correndo para buscar alguém. Teve outro tempo enlouquecido querendo ninguém já que não sabia quem. Até que deixei uns tempos de lado, evitei os relógios e os calendários... Deixei todos sem serem (a)notados. Só para não ter o sofrimento um espaço de tempo, ausência de quem não tive momentos. Tinha uns tempos que sempre tinha alguém, e que tal alguém não sabia de mim... Qual dor, que cor, qual gosto, que vento, com ou sem condimento.
Ficava assim: um tempo querendo unir dois tempos que não tinha os mesmos ritmos de dançarem nas horas sem fim. Pensava, acuava, cansava... Será que meu relógio estava parado, quebrado, perdido em algum tempo do passado ou já estava tão cativo em um futuro ainda aguardado?
Não sinto que meus tempos eram egoístas, talvez liberais. Indivisíveis? Não, talvez, largados demais. Por que não aceitar que apenas não era o meu tempo de ter temperos concentrados com os tempos que me foram temporais? Temporais de várias as formas de ser, temporais de ser um tempo mesmo, e temporais de serem tão grandiosas tempestades de sentimentos. Cada tempo que foi do meu tempo aproveitei as temporadas do mais sincero (des)conhecimento.
O meu tempo na verdade era um tempo excêntrico, louco, solto, todo torto... Com badaladas nas horas certas de umas ocasiões erradas, de horas erradas de umas ocasiões certas. E de badaladas... Badaladas? Haviam badaladas, toques, qualquer que fosse o desenho do meu relógio... Tinha hora que eu nem escutava. Fingia? Não, ainda não sou de correr apavorada. Eu ficava, e o meu tempo todo “desminutado”... Não que meu tempo era malvado, não que ele gostasse de fazer outros tempos chorarem por seus segundos não valorizados. Era só um tempo que junto com outro não teve seus momentos... Um tempo que não foi marcado, nem desmarcado... Só não foi... Não foi... É, não foi.
Como falar mais desses tempos? Não sei, eles eram uns tempos moderninhos, todo metidinho ao século XXV, ou não. Um tipo de: meu tempo está com o seu, mas seu tempo está livre; seu tempo fica com o meu, mas não cobre nada. Não cobre, não ouro, não prata. Sempre preferi livros, artesanato e sandálias sem salto.
E assim meu tempo encontrou um tempo pra acompanhar os tempos e o decorrer das horas. Foi um tempo todo inesperado que achou dois tempos distantes, mas que ajusta os nossos ponteiros para que possamos ser felizes em tempos certos. Esse tempo... Tão amigo esse meu atravessado tempo que me fez esperar, e como fez. Porém no fim,... Não, não vamos chegar ao fim. Nada de fins, fins são ruins... Depois que eu ofertei um tempo para o meu tempo descansar. Ele me agradeceu: com poesias, pulseiras e uma havaianas preta.
Sempre, em cada um de nós, vai haver um tempo, dois tempos; grandes e pequenos, loucos e pacatos tempos... Uns tempos que cada tempo vai achar o seu tempo e ser feliz. Os tempos não gostam de serem presos, nem culpados, nem mal-interpretados... Eles gostam de ficar soltos e voar com vento, com os pássaros, com vários amores para poder achar que tempo é o seu tempo. Por isso, haja tempo.

(Carpaso)