Nós temos as luzes de um fogo selvagem
Que flameja num quarto em chamas
Enquanto se dança em lentos passos
Teu corpo me inflama
A lua brilha em teu rosto forte
Meu rosto meigo fica a te encarar
E no meu peito descompassado
Fica um coração a indagar
"Seria essa a última dança
Do fogo selvagem no quarto
Em chamas?"
E vou encontrando em teu corpo, paraíso
Paraíso inflamado por teu sorriso
E eu apenas boneca de papel
Despedaço-me em mil
Ao encontrar o céu.
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
sábado, 23 de junho de 2012
Sangue, fogo, e uma pitada de algo mais.
Carrossel da vida,
Perigoso brinquedo deste parque de diversões.
Diversão? Para quem?
Complexo modo de viver, vivendo emoções.
"Fogo que arde... Sem se ver?"
Carrossel que gira perigosamente, entonta corações.
Girem, pobres pulsantes!
Bombeando sangue, fogo, loucura, criações.
E me deixem, enfim, descansar.
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