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sexta-feira, 13 de maio de 2011

ESCURO MAR




Ó! meu escuro Mar,

Naufragoso,

Só tu me faz devairar,

Noites e Noites,

a pensar.

Em ti nado procurando me encontrar,

E tu só queres me afogar,

em tuas águas turvas,

Impiedoso Mar!

Pois em ti sou Breu,

Em busca do EU,

Óh Mar de Magoas!

Debruço-me sobre tuas águas,

e nado,

incansavelmente,

Para não morrer em ti,

Ó! Escuro mar de magoas!
(Tâmara Rafaelle)

domingo, 10 de abril de 2011



Em meus Olhos há um Pranto que não Cessa,

Tem um Misto de Doce e Salgado,

Mas não Passa de uma Simples Redenção,

De minha Alma que Salta,

Em um Trampolim de Emoções,

Caindo em Águas as Vezes Impiedosas,

Perco - me em um Percurso,

Onde nem mesmo uma Rosa-dos-Ventos,

Faria com que eu me Encontrasse,

Canto e Encanto à quatro Cantos,

Manejo meu Destino,

Fazendo da Vitalidade dos Ventos,

Um Intrumento de minha Exaltação,

Pura Intuição e Purificação!



(Tâmara Rafaelle)

sábado, 9 de abril de 2011

EscUlturandO - SE




Cabeças
que Pensam,


Bocas que falam,


Calam e Beijam.


Alimentam-se de um Desejo,


Ardente em seus Corações,


Intrínseco em Corpo e Alma,


Pensamentos Ações e Sedução,


EscUlturandO - sE,


Enroscam-se,


Em uma Ardente Paixão,


Concreto e Eterno,


Corpos que se Entregam,


Calam e Gozam.


(Tâmara Rafaelle)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

R "exist"O





Há dias em que contamos os segundos para que passe,
Enquanto há outros em que não queremos que acabe,
Há horas que preferimos sumir,
Enquanto outros que não dar para esconder a alegria de existir,
Em um transbordar de Amor e Ódio,
Angustia e Diversão,
Um abraço que acolhe ,
Em um outro momento Chute e Decepção,
Nessa Dança Melodiosa,
Sigo em um Tabuleiro sem Rei,
Vivendo em Inércia,
Vejo em tardes de Outono,
Árvores com folhas frágeis nessa Estação,
Cairem com o chocalhar do vento,
Esperando Sol em dias Nublados,
Assisto Sol e Lua dançarem harmoniosamente,
Espero Amor em Meio Razão,
Um calor que aqueça,
Fogo e Sensação,
Num frio que corte a alma,
Lâmina e Agônia,
Sentir e Reagir,
Num principio ativo das coisas,
Ver e Crer
Estou Vivo
e R "exist"O(Resisto).

(Tâmara Rafaelle)

quinta-feira, 31 de março de 2011

RECÔNDITO SENTIR




Tu vieras de tão profunda e recôndita ilusão,
Que alivia em meu ser pequenas estâncias de um bem querer,
Uma pouca estima que insiste em peserguir-me em tão grande proporção,
Que me faz cair em delírio a cada esperança mórbida,
A cada memória vivida,
A cada instante sem vida,
Mas só assim de um desabrochar me faço vida!
Enfim de ti faço lembranças,
Até a hora que de minha memória se dispersarás!

(Tâmara Rafaelle)

terça-feira, 29 de março de 2011

OCULTO















Nas voltas que o mundo dar, sinto - me cada dia mais entregue a existência. Talvez não faça sentido me entregar a esse subterfúgio familiar pois não é a primeira vez que me acontece. E isso aos olhos de quem não sente, ou seja, aquele que em mim não habita para sentir as mesma palpitações que me aflingem, Estaria tudo perdido?! Como saber?! Devo-me entregar a angústia... Caçando e Explorando o meu "eu" mais profundo, busco infinitas formas de me sentir viva. Sim! Seria a real escolha para viver a minha vida. É... Sinto -me viva! Mas como isso pode acontecer?! Se no momento se encontra morto em mim, Sem enxergar-lo! É... Pensar nos momentos de desespero, talvez seja impossível! Pois tudo não faz o menor sentido! Apenas contenho os meu sentimentos mais profundos, sem nem mesmo suportar a angústia de não entender nada do que se passa... maqueio e os torno imperceptível aos olhos de quem me cumprimenta, ou mesmo de quem tem convivência comigo. Daria isso o nome de Farsa?! ou tornar fácil o fato de existir e não desistir da única certeza, a morte! É... talvez seja igenuidade e eu não esteja encarando da forma correta o que foi posto na minhas mãos, a vida! Foi duro consegui-la de volta. Continuo cá, no que seria superficial diante do mundo, algo profundo, um sentido, que quem sabe não faça sentido, resta à mim buscar. Afinal, é a mim que as sim ou não ilusões pertecem!


(Tâmara Rafaelle)