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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Reflexões no mercado do cajueiro
pela madrugada instintiva e ameaçadora
corpos celestes se enquadram nas virilhas
há mercadorias de socorros etílicos
há mercadorias de bandidos sagrados
na última noite que lá me recolhi
presenciei a cachorrada fudendo o piche
o telhado era feito de areia movediça
músicas de ócio eram conquistas de ódio
minha mãe recusou meu ventre pelado peludo estive pesado na cordilheira
tomando café com leite e banana no mercado
as visitas não foram vistosas
o cabaço da necessidade de consumir
a noite que aproxima a legião fracassada
me fez pensar no colírio divertido
de cuspir num passado indigestivo
(Bruno Baker)
O ROUBO DO CORAÇÃO EM APUPOS
Ossos mortíferos se misturam no vento áspero
Coligindo elegias dinâmicas dos erros automáticos
De enormidade desordeira que declina a ciência iluminista
Copiam-se fórmulas doloridas de amor moribundamente
Escrevendo compreensão piedosa, frágil e etérea
Papos avulsos, combinação em cópias de alforria
Libertem-se das alianças movidas pela súplica
Grogue, capada e sedimentada pelo estorvo conjugal
Babando eminentemente no caderno de paixões secretas
Que se misturam com ódios farmacológicos de noites honrosas
São chamados de casal mais fecundo e harmonioso
Aprendizes de separações, doutores das leis omissas
Com direitos e deveres enrabichados pela mentira tratante
Eles tratam de fabricar psicologias reversas
Peregrinando nesse rochedo que autoriza a abreviatura
Assinem a fantasia da realidade do amor clandestino
(Bruno Baker)
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
retrato sem perfil agônico
serves contrariando a luz das ideias
que murcham valores que não sugeram um nada
desse nada tirei uma imaginação de uma avanço muito canalha
assumo minha cara metade
como suporte de encontro impermeável
nosso desejo é perícia concursada
na lavagem substituída de revanche vigente
assino embaixo meu sangue como ataque ao sossego da ajuda
meus demônios são cenas vertigens
forço a higiene mentindo sobre a violação da chaga congelada
me enrolo em dobro
e sigo pela quebra do rigor antenado
fazendo com que a regência dos passos do estupro
colonizem o prevenir da nascença
cada história faz da vida diversa
uma diversão submersa pelo aleijamento da piada do fim do eu
(Bruno Baker)
ASSEMBLEIA DE CORPOS PRIVADOS
Nada mais que um pacto firmado pelo massacre
Da desobediência do criador entre festas inoportunas
Tréguas banidas de comunidade receosa
De afirmar a vida dentro do juízo peregrinado
Lugares santos eram tradições inconstantes
Os penitentes furavam a escrita com a vitalidade inafiançável
Qualquer mistério expunha o repouso da sabedoria
E a história expulsa a fidelidade da maldita excitação plena
Multidões gritam na terra devastada de hipotecas ultimadas
O último homem segurou a areia em favor da água benta
E assim inventou uma hora que concebe a adversidade
Um exército de pegadas convencidas iluminavam
Os privilégios da autoridade sob nova direção
A verdade se opõe à dívida da fé cruzada
Que os críticos formariam um estado charlatão
Porém a visão autóctone surtou-se numa revelação imoral
Da desobediência do criador entre festas inoportunas
Tréguas banidas de comunidade receosa
De afirmar a vida dentro do juízo peregrinado
Lugares santos eram tradições inconstantes
Os penitentes furavam a escrita com a vitalidade inafiançável
Qualquer mistério expunha o repouso da sabedoria
E a história expulsa a fidelidade da maldita excitação plena
Multidões gritam na terra devastada de hipotecas ultimadas
O último homem segurou a areia em favor da água benta
E assim inventou uma hora que concebe a adversidade
Um exército de pegadas convencidas iluminavam
Os privilégios da autoridade sob nova direção
A verdade se opõe à dívida da fé cruzada
Que os críticos formariam um estado charlatão
Porém a visão autóctone surtou-se numa revelação imoral
(Bruno Baker)
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