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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


Ando para a estrada do destino sem fim, e flutuando estou ao paraíso do Amor irreal de mim. Talvez o destino quisesse seu escravo ser... Um viciado do Cálice Santo Graal, vislumbrando este ser perdido a doçura paixão dos que Amam sem: leis, pudores ou ressentimentos. O fogo da chama ascendente do Amor: talvez esteja escondida com a chave da dúvida de Amar o que se julga conhecer...

Porém quem sabe o tempo diga... Que assim como o Amor nos ensina a Amar, seja a maturidade do Amor nos mostrando a viver nos prazeres do toque ou palavras de encanto, na cumplicidade em que os dois sejam um só.

Radas Ribeiro

Aos lobos solitários da noite:
A visão mágica irreal dos sonhos, em se vê iluminado na curiosidade mitológica de uma lenda, o aliviando do atormentado destino trágico de entender a si mesmo, despertando neste ser a loucura em ver as correntes presas em sua mente, o libertando para fazer do agora o principio básico de sua consciência.

Radas Ribeiro

Amor! resguardo nos colos mendigos da saudade.
Amor! relutante do coração sentido no abrigo calabouço solitário da alma.
Amar! perdoando sem a máscara apática da indiferença.
Amar! simplesmente agindo, nos sonhos ilusórios aonde o
Amor é a perfeição infinita existencial do
Eu.

Radas Ribeiro