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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Deitou, corpo descasando, mas a mente a mil.
Resolveu ligar. Em vão, ela sempre dorme cedo...
-Alô?! – Teve sorte. Era ela, mas não podia falar.
-Me liga mais tarde, assim que der? – Ela consentiu.
Desligou: o telefone, por que a mente continuou ligada.
Beijos, abraços, telefonemas, ciúmes, nos “eu te amo” insistentes que ele dizia mesmo com o fim do amor dela...
Devia ter acabado! E ele... ele não parava de pensar.
Mas tinha esperança, ela não ligaria? Eles deram uma trégua e ele nunca se distanciava, não a deixava ir...
- Talvez ainda...ainda.
Era um jeito de ele acreditar que se importava, que ainda sentia (ainda e só um pouquinho, mas sentia).
Haveriam de ser felizes.
Ele revirava na cama... beijos, abraços, telefonemas, ciúmes, “eu te amo” insistentes que ele dizia mesmo com o fim do amor...
Ele dormiu, ela não ligou.
Millena Valadares
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Além do seu (mau) humor
Estranho é tanta luz emanar de alguém autointitulado “humor negro”.
Mais estranho ainda é poder vê-las de olhos fechados.
Sim, mesmo de olhos bem fechados, eu ainda as vejo!
E aquela escuridão que se pressupõe ao fechar os olhos?
Lugares e pessoas irreconhecíveis, barulhos incompreensíveis e sorrisos inexistentes...?
Deveria ser assim, sempre foi!
Mas não comigo, não com ele.
Ele, justo ele!
Um feixe de luzes rompendo a minha escuridão.
Vaz da Costa
De quando falta um mundo inteiro
Não houve lágrimas, não houve explicações, não houve alarde.
Simplesmente o chão se abriu e o mundo caiu.
Uma queda sem fim, bem dentro de mim, como das lágrimas que teimaram em não sair.
Sumiu debaixo dos meus pés. Meu mundo não se partiu, não quebrou, não fez barulho dentro de mim.
Talvez, ele tenha cansado de ser meu.
Foi isso! Cansou de ser chão, paredes, beijos e apertos.
O meu mundo... Meu mundo não é mais meu.
Cansou. Usou, abusou e sumiu.
Aqui, restou só o vazio, desses de quando falta algo.
De quando falta um mundo inteiro.
Vaz da Costa
Que seja recíproco
Por falta de papel, arranquei uma página de revista só pra te escrever.
A revista é incrível! Foi mesmo um desatino. Mais um.
Sim! Mais um!
Desde que passei a ver luzes e cores não paro de desatinar!
Eu só... só penso!
Penso, relembro e quase revivo cada sensação:
Uma queda. Um beijo. Um desatino.
Outros beijos: maaaaiiissss desatinos!
Carinhos maliciosos e desatinados.
Ligações. De-sa-ti-nos!
E a viagem? Por um motivo qualquer que justificasse -aos outros- a vontade desatinada de te ver. A vontade que eu não consegui explicar nem pra mim.
E foi por isso! Por tudo isso - depois de tantos devaneios, tantos desvarios e pensamentos desatinados - que eu decidi:
Não ligo mais!
Não viajo mais!
Sem declarações!
Sem desejos insanos. Sem descontrole.
Nunca mais lagar tudo, quanto mais desatinar!
Não!
Não e NÃO!
Pelo menos não sozinha.
A partir de agora exigirei que seja RECÍPROCO, além de Amor, todos os desatinos!
Vaz da Costa
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