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sábado, 14 de setembro de 2013
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Paradigma
O acordar desperta intrigante reação genuína que, composta por impulsos eletro nervosos indescritíveis e invisíveis escutam o tímpano a cochichar: "hora de trabalhar."
- "Sádico relógio".
Sinto-me ofuscado com tais obrigações que propagam meu relento ao cantos mais inviáveis. Mas, se não condiz com meu pensar, tenho que fazer isto? Tenho??
As vezes penso que mais vale uma noite bem dormida, possivelmente emendada ao dia inteiro. Mas, por outro lado, é o trabalho que favorece um bom depósito de lembranças. O trafego de pessoas e show de cores mexem com meu córtex. E raciocinar é minha essência. Como uma raiz forte em dias tempestuosos. Acho que vale a pena trabalhar pra trabalhar meu eu.
E também vale muito ressaltar que ainda não sabemos nada.
E quando mais descobrirmos, mais entenderemos o quanto ainda temos que aprender. Parece leviano, mas é verdade. Quanto mais se entende o processo, menor se sente. Porém, melhor. Um dia de alívio.
(Victor Bertini)
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Dor ...
Sentimento ou dialeto?
Momento ou flagelo?
Quem se presa, despreza.
Quem se sujeita, almeja.
Quem se humilha, arrisca.
Mas, e a dor? Existe antídoto? Premonição?
A solidão, em ocasião, é o seu melhor.
Outrora, é escape. Ou além, é inércia.
Se os opostos se atraem, onde está o meu similar?
O singular me amedronta, e a expectativa me coroe.
Viver à deriva é o ópio do cérebro e o combustível do coração.
O que fazer, então?! Viver ou morrer?
Talvez não exista resposta pra tudo, talvez a fé não seja suficiente.
Talvez o café já tenha esfriado, ou meus dons esmagados.
Talvez essa seja a vida, uma eterna dívida com o inconsciente.
Victor Bertini
Confuso rico amor
É no frio que reaparece
estimada, estranha fortuna
Só o mais forte prevalece.
É tanto amor que se mistura.
Confuso e confortante,
viril e desgastante.
Amores de verão vem e vão
fazendo sangrar o povão
ensinando quanto vale uma prece.
Victor Bertini
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Dor ...
...
Sentimento ou dialeto?
Momento ou flagelo?
Quem se presa, despreza.
Quem se sujeita, almeja.
Quem se humilha, arrisca.
Mas, e a dor? Existe antídoto? Premonição?
A solidão, em ocasião, é o seu melhor.
Outrora, é escape. Ou além, é inércia.
Se os opostos se atraem, onde está o meu similar?
O singular me amedronta, e a expectativa me coroe.
Viver à deriva é o ópio do cérebro e o combustível do coração.
O que fazer, então?! Viver ou morrer?
Talvez não exista resposta pra tudo, talvez a fé não seja suficiente.
Talvez o café já tenha esfriado, ou meus dons esmagados.
Talvez essa seja a vida, uma eterna dívida com o inconsciente.
"
Victor Bertini
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