Mostrando postagens com marcador Victor Barbosa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Victor Barbosa. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de março de 2018




Tirando o óbvio
O que já foi dito
Proclamado
Escrito, digitado
Desejado e contido
O que mais tenho para tirar
No gesto mais nobre enquanto ser humano
Tenho a me despir
Desnudo sim, a qualquer instante
Mas despir minh'alma perante teus olhos
Sem nenhum pudor

Victor Barbosa

sábado, 21 de novembro de 2015

Acalentado



De agonia me afogo em poesias
Ultrajantes e ecxtasiantes
De agonia transpiro versos
Surreais e incertos
De agonia vomito palavras
Nocivas e decididas
De agonia derramo letras
Azuis e Aleatórias
Ao vento do oceano
Ao som das flautas de ohm

(Victor Barbosa)

Teu sabor




Teu gosto em minha boca
Me perco nestas pernas
Após cada segundo em teus lábios
Entre tua vagina e teu gozo
Tempo tão efêmero quanto eterno
Enlouquece meu inferno
Com a lembrança de tê-la em minha boca
É quase um outro sexo
Nada mais me sacia
Nem tua buceta com meu pau
Tão pouco, tua boca em minha boca
Nada mais me sacia, se não ela
Macia, linda, encharcada e deliciosa em minha boca
Deixando aquela memória residual antes mesmo de gozar

Quero mais...

(Victor Barbosa)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015



Ao Sol

Olhar quente e fervente
Certo e convicto
No por do sol
Mostra teu mel
Escorrendo
Teus lábios contra os meus
Me foge deste encanto
Descontente e cheio de lirismo
Em teus lábios
Que não me esquento

Victor Barbosa

domingo, 18 de outubro de 2015

Ouvindo



Me transporto para Teresina
Me transporto para a terra mágica
Me transporto para o calor
dos seus belos fins de tarde
Me sinto na cultura, 
na vida e em seus sentimentos
Me sinto acolhido
Me sinto envolvido
Me sinto mais
Me sinto possível
Me sinto quente
Me sinto em Teresina

Victor Barbosa

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Ao Poeta que sangra lágrimas de juventude


Eterno é o seu gozo
Com o Brilho do teu rosto
Arrasta tudo ao deserto
De futuro incerto
Cheio de sabedoria e ignorância
O convida a pular o muro
Mesmo fadados ao fim
Não cansa de buscar o deserto de felicidade 

Victor Barbosa

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Arconcentricidades



O filho que brota entre versos e a cidade,
Não carrega consigo choro de dor ou de maldade.
Prefere escorrer, entre vidas e o dia corrido,
Todo sofrimento que inunda seu coração.

Consagrando mensagens de paz e afeto,
Repleto de mágoas que se vão no sopro do vento.
Alento majestoso de fim de tarde,
Carinho sutil na ponta de teus dedos.

Escondido de todos os teus medos,
Passeia por entre sombras, aos rodeios,
Esperando a hora de mudar de sentido.

Escuta ao longe qualquer ruído,
Como se fosse um chamado divino
Para conhecer a paz de um rio cristalino.

terça-feira, 8 de maio de 2012



Flutua flutuêia
Nesse mar chamado sertão
Que me regorjeia numa doce ilusão

Pairando como a terra
Num oceano de ar
Posso até revirar
E ainda assim só penso em amar
No frio da noite ao luar
Que relampeia galopes
Dos que em vida
Ao sertão fizeram de mar

Mais forte que um forte
Nos braços da melancolia
Anda a veraneio
E mais alto anda o vaqueiro
Congelando no sertão
Num só devaneio
Só pensa no seu meio
Meio forte, meio seco, meio norte

Cantando numa só penitência
Um repente de repente
Aclamando sua resistência

Bom dia, boa tarde, boa noite.
Aqui sóis theresinense
Na arte da sobrevivência
Sou Phiauyense

(Victor Barbosa)

domingo, 1 de abril de 2012



Do Sonho à Realidade

O Sonho de uma fantasia
Para fugir dessa agonia
Envolta de melancolia
Atravessando esse universo
Se transformando em verso
Para virar um poerso
Mais que sonho é esse que te desconheço ?
Pois toda vez tu já vem de berço !
Só se eu cantar uma canção
Mas nela não haverá demição
Não haverá traição
E nem a danada da ambição
E se tu não passar como uma manada
Por cima de teus filhos, procurando ação
Não resta mais nada neste sonho
E realmente tenho uma canção
Em que, não mais, há opressão

(Victor Barbosa)

sábado, 24 de março de 2012



Átomo é vida
No pomo da lira
Em tudo que vira(á)
Gira e tomo
Em torno de um centro
Faz-se o átomo
Excentrico ou cocentrico
Ainda Fonte da matéria
Para mim vida
para o HOMEM miséria

Victor Barbosa

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012


Amor, paixão
Pés no chão
Arder do cão
Me tremo, porque não
De tanto tesão
Nada em vão
Tudo tem ão
Até o coração
Que aguenta a paixão

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012



UFPI aqui já vou
Infância perdida
Infância retraída
Vida de sacrifício e de ardor
Para o que aqui sempre ficou
Minha vida
Hoje só ficou o torpor
Porque acabou
Mais foi tudo por amor
Pra ti e por ti
A jornada ainda não acabou

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011


Vim ver a floresta crescer
Sem permissão pra rejuvenescer
Ao sol do sertão sobreviver
Como uma menina nova a nascer
Para enfim a poesia florescer

(Victor Barbosa)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Poeta vai
Poeta vem

Assim desafio os cantos que os vem
Desafinados e desarrojados Para que o meu não se veja bem

(Victor Barbosa)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Devaneio "a"mítico


Grande é o meu amor
Imenso como o universo
Subindo pelas paredes
Enlouquecendo o meu coração
Louco como o bigbeng
Enlouquece o meu corpo e espírito

(Victor Barbosa)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dia de Sexo



Nesse dia sem nexo
Em que procuro sexo
Saio e o que vejo ?
Vejo fumaça no ar
Mas isso é o que há
E nada nos impede de voar
Pois nossa vontade é de brincar
De amar, de lutar

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Delirios da vida



Vida! minha vida
Foi-se com uma passagem só de ida
Por tempos quis-lhe pagar a volta
Mas só recebia uma volta
Por 6 meses imergimos
Em muitos laços
Laços de hipocrisias
Conforme as maresias
Laços de mentiras
Com muitas birras
Laços de saudades
Com muitas maldades
Mas estamos em Teresina
Onde não tem maresia
E sabemos amar
Teresina terra esta abençoada
Onde tudo é perdoado
E com um perdão
A única coisa que nos ensinam
É a colocar os pés no chão
E a delirar na beira do cais

(Víctor Barbosa)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Expressão com arte




Eu via esta poesia
Declamada em pleno meio dia
Com tanta rebeldia
Que quase nada se entendia
Quanto mais se gritava
Mais se inspirava
E mais parecia com um tipo de arte
Mas com tanta força com que gritava
Só se ouvia esta parte:
Poesia, Rebeldia e Arte !!!

(Victor Augusto)