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terça-feira, 22 de outubro de 2013
Axé
A gente mistura as duas partes
para colher o melhor sumo
tem sementes de saudade e frutos de axé
positividade e fé
Essa poeira vai baixar
num verso forte deste traço
desenho em letras nosso abraço
pra essa saudade se aquietar
Na falta do real sentir
engasgada a poesia cria
e desfaz feito o magia
o sentido de nos redimir
Yara Silva e André Café
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Chama
Ooô, meu amor chamou
Ooô, meu amor chamou
Chamou pra acordar pra vida
na chama forte do meu Erê
Os olhos clarão de brasa,
quintura solta do amanhecer
Jamais se sente vencida
bravura é o fogo que faz arder,
é garra pra nossa casa
pra mais um dia anoitecer
Chegou trazendo o sorriso,
o meu abrigo toda manhã
na força dessa levada,
com os cuidados de Iansã
Carrega toda ternura
pra amargura se esmorecer
na luta de lado a lado
com a certeza que vai vencer
Ooô, meu amor chamou
Ooô, meu amor chamou
toda força para lutar
Chamou pra levar
alegria e festejar
Chamou pra cantar
a magia do poemar
Chamou pra cuidar
semear o melhor que há
Ooô, meu amor chamou
Ooô, meu amor chamou
quinta-feira, 19 de julho de 2012
EU PENSO - poesia, poema e filosofia
EU PENSO
Áureo João de Sousa. Teresina-PI, 14 de Junho de 2012.
Eu penso, então existo,
Penso, então,
que devo existir, com razão;
Deixo de existir sem razão?
Eu penso,
Penso.
Eu penso torto em linhas certas,
Penso reto em linhas tortas e nos círculos,
Eu penso na linha, dentro da linha e fora da linha
Eu penso porque eu existo,
Mas eu paro de pensar para sentir que eu existo.
Não penso só,
Não só penso.
Sou penso.
Eu dou razão ao que penso,
Mas há paixões em que penso.
No que penso,
há cheiros,
há gostos,
Tatos, cores, sons e tambores.
Eu penso que a Razão tem suas razões,
Tantas achadas,
Muitas descobertas,
Milhares perdidas,
Muitas sem razão.
A razão que tenho
é a razão que tem a mim,
é uma razão que penso.
Penso, eu lhe dou uma vestimenta, um adorno de cabeça,
Uma fantasia, um adereço, um endereço,
um símbolo e a boniteza do apreço que lhe tenho.
Eu penso como deus,
Penso, eu penso como o instinto de um bicho comum,
Envelheço como um vegetal,
Eu penso que sou o que não sou,
Sou o que não penso.
..................................
Referência:
SOUSA, Áureo João de. Eu penso. Disponível em . Acesso em: dd/m/aa.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Canto ancestral
![]() |
| foto de Rita Ruiz |
Canto ancestral
cavaleiro alado
baixou no ritual
me fiz carnaval
esquentado no samba
gingando no quintal
Saravá Tupã, nascedouro da manhã
Entidade astral
vem das profundezas
e livra-me do mal
Sol transcendental
abre os canteiros
canto ancestral
Saravá Tupã, nascedouro da manhã
Ramon Rodrigues e André Café
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