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quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Dezeito quilates
(poema que Gustavo Athayde fez pra mim, que eu fiz pra ele, que nós fizemos pra todos! - Vicente de Paula)
Ele late
Me bate
Por causa de uma pintura,
De um batom escarlate
Eu aceito porque ele é maior
Ele é dezoito, é vinte e quatro, é trinta e oito
38 com que me atira e me abate
Mas antes que ele me mate
Eu vejo o brilho de todos os seus quilates...
Quilates impuros da mais pura arte
Que me salvam para eternidade
Como se fosse meu...
"Como um
Será que ele tem libido?
Será que ele tem ido na boca da noite
caçar vara de açoite
ou alguém que lhe assunte
uma boa prosa?
Será que ele goza?
Será que ele passa fome?
Quem será que lhe come?
Se ele curte eu não sei.
Mas, se um dia ele for no culto,
que ajoelhe e reze, porque
nesse culto eu ja comunguei."
Poema de Gustavo Athayde
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Açúcar e amor
Nasce de papel
Cresce em algodão
Germina feito trigo
Explode como flor
Avança pelo ferro
Perfuma feito afeto,
Amor e açúcar.
Gustavo Athayde
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Homoamor
Para Vicente
Rasgo o véu da poesia que te envolve
Abraço teu corpo ainda quente de palavras
Beijo tua boca pra compreender as entrelinhas
Sugo tua saliva pra extrair a última rima
Calo teu frenesi pra sufocar o que te contei
Sinto a dor de ver teu corpo desfalecer pro nosso poema surgir desse homoamor sem fim.
(Gustavo Athayde)
Rasgo o véu da poesia que te envolve
Abraço teu corpo ainda quente de palavras
Beijo tua boca pra compreender as entrelinhas
Sugo tua saliva pra extrair a última rima
Calo teu frenesi pra sufocar o que te contei
Sinto a dor de ver teu corpo desfalecer pro nosso poema surgir desse homoamor sem fim.
(Gustavo Athayde)
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