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domingo, 19 de agosto de 2012



A terra rodopiou como num passo ritmado,
Nessa dança em que o sol reluzente a conduz,
Fez florescer, fez perecer transformado tudo que se supõe,
Transformou vidas, amizades, amores, dores, temores, saudades,
Tudo mudou...
E tudo ainda é tão o mais do mesmo,
Continuo aqui, cabelos cresçendo, pele envelhecendo, coração amadurecendo,
É irmão, mudando, mas ainda o mesmo,
Lembrei-me hoje que quando ainda aqui moravas,
Hoje era dia em que para ti o sol mais forte brilhava,
Dia de afagos, dia de carinhos, dia de comemorar,
Porém tudo está transformado,
Diria eu amplificado,
Continua a ser dia de afagos,
Porém agora preciso fechar os olhos e afagar a lembrança do teu abraço,
Continua a ser dia de carinho,
Porém agora não beijo mais tua testa, cantarolo aquela canção que sempre ao teu coração refresca,
Continua a ser dia de comemorar,
Porém agora em silencio e meditação vibro a ti meu amor em oração,
Continua a ser um dia especial,
Pois descobri que sentir saudades não faz mal,
Ouvi dizer que hoje em dia tu resides no sol,
Dai emana luz e esta juntinho a força divina que a terra conduz,
Ouvi que hoje irradia tão intenso como o sol,
E nesta manhã que vou ver chegar um arrebol no céu vais pintar,
Acordado estarei, tua arte apreciarei, a saudade vou abrandar,
Compartilharei contigo o presente que Deus hoje vai lhe dar,
Permissão para o firmamento que ele criou tu com nuvens rabiscar,
E colorir em teus tons este lindo céu,
Assinando no cantinho desta infinita tela teu nome,
Que um dia conheci por Víctor Marchel.

Carinho, saudade, alegria...
Que venha aquele que já foi teu dia e que hoje é apenas mais um dia em que tu és luz e sempre dia no coração de todos!

"Presse para um novo dia, dia para um novo ser"
Artéfio Bruno M. Alencar

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pingo de luz


Maravilhosa é tua expressão,
Que com pequenas gotinhas,
Abranda a alma e o coração,
Alivia o corpo e a mente,
De um povo quase demente,
Pela lassidão de causa capital,
É mistério desvelando em beleza,
Sutil expressão da natureza,
Capaz d'alma libertar,
E fazer todo um povo aliviado respirar,
Por uma tarde que seja,

São as nuvens carregadas,
Fragrância de chuva,
Olência de terra molhada,

Faço uma prece sem pressa,
Para que desavexadas elas passem,
Notícias do céu nos repassem,
Derramando sossego,
Afastando o medo,
Permitindo a todos sentir,
A alegria que esta por vir,
Lavando o rosto de quem ainda dorme,
Dando vida a quem todo dia morre,
Despertando até quem já esta acordado.


Artéfio Bruno M. de Alencar

quinta-feira, 24 de maio de 2012



Vejo e canto
Canto e vejo
Vou cantando em cada canto
Tudo em todo canto eu vejo ...

Artéfio Bruno

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Santa Ciência



Sou devoto de uma santinha,
E depois de muito rogar,
Recebi do céu uma essência,
Depois de muito filosofar,
Transformou-se em ciência,
Einstein já havia dito,
A humanidade vai triunfar,
Quando destas duas forças,
Houver o encontrar,
Confirmando meu pensar,
Confirmando a Celeste essência,
Validando meu pensar,
Fidedignizando minha ciência,
A vos agora venho rogar e agradecer,
Óh minha Santa Paciência!

Artéfio Bruno

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Bom dia



Bocejando,
Oscilo as palpebras,
Me,

Deito,
Inspirando o sempre belo,
Alvorecer.

Artéfio Bruno

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

All Dear On



All Dear On

Astuto professor,

Liberto pensador,

Das letras alquimista,

Eloquente até onde se alcança a vista,

Romântico por excelência,

Onde habita grande essência,

Neurótico? Todos nós!


Matriculado há 30 anos eu diria,

Aluno da vida,

Real escola de psicologia,

Querendo esta existência desvendar,

Utilizando seu divã,

Exímio a analisar,

Sigmund seu tutor, para os males invisíveis abrandar.


Artéfio Bruno M. de Alencar

Ofertado a Alderon Marques

Em: 20.12.2011

Poema Aflora



Poema Aflora


Flor de lótus,

Mesmo estando abertas as minhas,

Assim como meu coração,

Não largarei tua mão,

Nosso amor não é em vão,

Pois tenho uma graúda certeza,

Que venceremos a correnteza,

E como dois peixinhos a nadar,

Alegres desembocaremos no mar.


Tenho forças para segurar,

Mas prefiro espalmadas às mãos,

Guardando-lhe os sentimentos na caixinha do coração,

Lugar onde em mim e em ti existe sim perfeição,

Lugar este onde resguardo toda minha certeza,

De ao teu lado encontrar 1000 belezas,

Para com estas 1000 que já me destes eu somar,

E nesse mar de desmedidas flores navegar,

Num barquinho brilhante igualmente no céu a constelação,

Na proa gravado o seu nome ‘coração’,

E vestido de um azul eternal,

Sem tapa olho ou perna de pau,

Sempre atento ao leme com todo vigor,

Um capitão que atende pelo nome de amor.

Para não perdermos o rumo e juntos poder rumar... Com amor:

Artéfio Bruno M. de Alencar

Ofertado à Flora Fernandes

Em: 20.12.2012

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Saraucaia



Foi-se tudo para os ares,
Ninguém parou de pular,
Cabra besta eu num sou,
Tumbem fui lá me inbalançar,
Tava tudo na paz,
Tava que tava arretado,
Num ficou ninguém parado,
Eu num ví ninguém atoa,
Sapucai lá na praça,
É Poesia e muita 'coisa' boa!

Artéfio Bruno

Em: 29.10.2011
Homenagem à Marcos Medeiros Foyce e Banda Sapucaia.

sábado, 17 de dezembro de 2011



Coração cheio, papel rabiscado.


Sempre voei na contra mão,

Na poesia porque não?

Atípico é o meu planar,

Gosto de ter o gosto,

De o oposto desvendar.


Pois já conhecendo um lado,

Conhecer o outro me traz alivio,

Mais fácil fica encontrar o equilíbrio,

Eloquente passa ser meu caminhar,

Difícil torna-se praticar o julgar.


Muitos vi e vem versando sofrimento,

Amargura, tristeza e toda sorte de lamento,

Lembro-me até e vou citar,

Aquele velho poeta que em belo Tom dizia ao cantar,

A tristeza é perene,

A felicidade breve a passar.


Lembro outro velho cantador,

Lamentando em clamor,

Alceu público com fervor,

Não conseguir fazer canções sem nenhuma dor.


Compreendo seus sentimentos e verdades,

Sei que a tristeza aflora novas realidades,

Que a dor também é bom professor,

E que o sofrimento expõe a alma ao relento,

Possibilitando seu maturar.


Destilado já me basta rimar!


Do lado de cá hoje rimo,

Hoje em dia,

Planto, colho, escrevo com alegria,

Anunciando velha nova realidade,

Que carrego com toda humildade,

E justo aqui hoje venho trazer.


Para aqueles que com lagrimas cansaram de escrever,

Ou torpes já não suportam mais versar,

Apresento-lhes o lado de cá,

Com amor quero lhes afirmar,

A inspiração sempre vem com a luz do dia!

Ou do luar!


Com toda vida, experiência, paixão, amor, felicidade e a devida eloquência,

Não julgando o ser da palavra verdadeiro por consequência,

Realidade de cada um,

Cada um com sua realidade,

Todos donos de suas vontades.


Para buscar em meio às partes,

Dialética e boa ciência,

Meio termo, bom senso e desperta consciência,

Para saber que deste lado é possível se rimar,

Como disseram os nossos moleques a cantar,

É fazer a alegria girar,

E como eu hoje diria,

É rimar com alegria,

E fazer girar poesia!


Artéfio Bruno M. de Alencar

Em: 16.12.2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011



Fogo Cendeu

Quem eras tu?

Que em meu sonho fez um ninho,

Exuberante passarinho,

Lá no astral me fez carinho,

Encantou-me com teu olhar.


Como tão baixinho pudestes voar?

Com tuas plumas leves a me acariciar,

E eu, parecendo um menino bisonho,

Não percebi que tudo não passava de um sonho,

E só assim pude me atentar,

Que baixinho não era o teu voar,

Soberano era o meu voo,

Translucido era o meu sonho,

Coisa de menino bisonho,

Que com o tempo aprendeu no sono navegar,

E alto com os passarinhos conseguiu voar.


Graças eu devo dar!

Esperando atento o teu cantar,

Que com todo amor, muito esmero e atenção,

Transformei em poesia e guardei no coração,

Para acordado poder voar,

Onde estavas passarinho...

Para um dia poder estar,

Consciente no meu sonhar,

Aonde sei que estarás a me esperar,

Sempre a me observar,

Em teu ninho.

(Artéfio Bruno Martins de Alencar)

Em: 07/12/2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

SMS - (Seu Mensageiro Sentimental)



Acordei com uma vontade de dizer que amo muito você,

Levantei com uma vontade de falar que teus beijos quero hoje encontrar,

Por um segundo me espreguiçei e ví você como minha rainha e me senti como que fosse um rei,

Escovei os dentes lembrando do teu sorrizo ardente e do quanto ele é reluzente,

Tomando meu banho percebi que o chuveiro sem nós dois fica estranho,

Ao me arrumar senti na camisa de ontem o teu cheiro a me abraçar,

Pronto para seguir viagem parei por um momento e te versei esta mensagem,

Sem nada mais para acrescentar,

Digito teu número e aperto enviar.
Artéfio Bruno M. de Alencar
em: 12.12.2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

...Presente...



E se o dia-a-dia me permitisse tamanha alegria,
e se a existência me presenteasse com este existir em inocência,
e se a natureza sempre se apresentasse em sua mais profunda pureza;

E se as pessoas acreditassem nesta linda união,
e se acreditassem no poder do coração,
e se todos estudassem a mais sábia ciência,
de levar o coração pra bem juntin da consciência,
e se lições semelhantes as de hoje eu respirasse como o ar bailando ao soprar do vento,
aprendendo sempre sempre que os verdadeiros amores da vida estão sempre vivos aqui dentro;

E se em mim a vida expirasse,
e aqui na matéria me cessasse o tempo,
em nova vida boas novas iria versar,
algumas palavras que aprendi do amor,
Onisciente professor,
Onipresente instrutor,
Onipotente guia,
em mim,
em ti,
em nós,
em quem quiser,
assim,
dia após dia.

Artéfio Bruno
em: 16.08.2011

Photografia por:
Flora Fernandes, ofertada à Artéfio Bruno
em: 10.06.2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

De eu e do ValorrolaV





Ser acolhido na casa do rico é agradavel,

Porem me enche o coração ser acolhido na casa do pobre,
Sentar à mesa farta do rico é deveras bom,
Porem me sasseia a esperança partilhar o pão do pobre;

Riqueza muita, muito rima com pobreza;

Pobreza, mais pareia com nobreza;

Riqueza de ouro, prata, pão...
Nada vale se és pobre de amor, caridade e compaixão;

Pobreza de terra, água, grão...
Tudo se supera quando é rico o coração.

Artéfio Bruno M. de Alencar
em: 26.10.2010

sábado, 30 de julho de 2011

De.terminar Tal.vez


O erro talvez possa estar em querer determinar,

Na dinâmica da vida até a matemática pode vir a perder sua exatidão,

Cristalizar-se numa idéia abraçando a solidão,

Não percebendo outro caminho, provável solução;


Nem o certo nem o errado,

Mas a metade dos dois,

Se para mim agora é certo,

Pra você talvez já foi;


Há um errado entre nós?

Ou talvez certo nós dois?


Nem certo nem errado meu bem,

Apenas a metade dos dois,

E se o erro talvez for certo,

Talvez acerte esta canção,

Talvez aprenda compreender e transmutar opinião;


E vou viver como numa tal vez que enxerguei com o coração,

Sempre cantando e me afastando de terminar esta canção...

Artéfio Bruno

em: 12.01.2010

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Lua Mensageira


Quando a lua violeta acender-se diante dos teus olhos,

E sentires exalar o cheiro do amor,

Lembra-te de mim,

E te perguntas onde estarei,

Através da lua te responderei:

- Pensando em ti...

- Talvez...

Artéfio Bruno

em: 19.03.2010

Acredit'art


Faça-me acreditar,

No que você diz e no que eu vejo,

Faça-me acreditar,

No que eu ouço e no que você sente,

Faça-me de repente,

Entender esse desejo inocente;

Se puder eu Acreditar,

Amor em ti Creditar,

Para nossa história Editar,

Sem preciso nada Ditar,

Há mim ou a você,

Assim feliz serei;

Só assim acreditarei,

Naquilo que disseste e no que enxerguei,

Só assim vou acreditar,

Nos sentimentos de ti que por mim ouvi falar.

Assim penso e assim digo:

No amor,

Nosso amor,

Meu amor,

Àcrédito.

Artéfio Bruno

em:03.04.2010