Mostrando postagens com marcador poema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poema. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Quero você
Quero devorar você
me alimentar do seu corpo
sorver o seu aroma febriu
em delirio prazeroso
Quero mastigar seu espirito
e lamber sua alma inquieta
me lambuzar em seu instinto
selvagem e louco
Quero a gula de me embriagar
do seu gozo me embebedar
em êxtase intenso e inebriante
me perder em você
e come-lo por completo
Nynna Zamboti
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Estrela Cadente
Um dueto de André Café e Nynna Zamboti
Ele
A minha estrela não trouxe mais poemas, um rastro de peito que batia aqui, fica assim, só saudade.
O verso que ele dizia, inundava as manhãs, como se eu ainda estivesse em sonho.
Ela
Minhas linhas estão perdidas no tempo
O que outrora inspirava meus versos há tempos desapareceu de meu horizonte
Ele
O dia desenrolar e ao alto a estrela eu via, na folia, no riso e no ardor.
De quem te acompanha sem motivo aparente
Ela
E essa pequena estrela já não pode mais se chamar assim
Porque só é possível brilhar quando ha olhos para admirá-la
Ele
Mas o ausente se fez, talvez perdi a vez ou a hora, quem sabe alguma demora, em retribuir tamanha atenção.
Ela
Uma forma mais simples e serena chega
Para quem sabe, descer dos céus e habitar permanentemente
O coração de um pobre viajante
Ele
No céu o meu olhar desfaço
Por noites a fio no encalço
Da flor de minha constelação
Ela
Que peregrina pelos prados a procura de
Não uma estrela inalcançável nos céus,
E sim mulher de sangue e coragem nas veias
Pra lhe ser companheira
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Como ecos ouço algo que vem de longe. Ele não tem nome. Ele não tem sorte. Assim sendo... não tem azar. Ele sou eu. Me chamando. Pois eu já não estou em mim. Faço coisas que me levam a desacreditar... independente do que. A falta da crença é a pior doença que se pode ter. Sem crença nada acontece. Como se materializará um talvez ? Como um quase virará um quarto pra nos deitarmos e deleitarmos de nós? com os nós livres. Pois já nenhuma razão nos amarra pelas pernas. Vivenciamos o mesmo teto. Mas não pisamos o mesmo chão.
Haschi Faria
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Sinfonia da Arte
Quantos poemas...
Uma ciranda da arte.
Lá fora brinca a menina poesia.
A festa cultural se inicia.
A dança das letras.
A roda dançante dos versos e prosas.
A Lira Samba.
A métrica dança valsa.
A musa Lírica canta.
Na minha escrivaninha a transcrição de singelas produções literárias.
Autor: Dhiogo José Caetano
Efeitos do Tempo
O meu tempo se esvai...
Entre sonhos e realizações; o presente, o futuro.
Aquele medo do desconhecido.
Tudo se fez concreto, mas quantas abstrações foram necessárias para aprender a viver a vida.
Perdas, conquistas, transformações...
A vida reserva muitas surpresas.
Nas folhas verdes do meu jardim pálido, as lembranças de um passado presente.
Quantas primaveras de alegria.
O tempo consumiu tudo...
As minhas flores já estão mortas, o meu jardim está inóspito.
Obrigado senhor tempo pelas oportunidades.
Autor: Dhiogo José Caetano
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Slow dancing in wildfire.
Nós temos as luzes de um fogo selvagem
Que flameja num quarto em chamas
Enquanto se dança em lentos passos
Teu corpo me inflama
A lua brilha em teu rosto forte
Meu rosto meigo fica a te encarar
E no meu peito descompassado
Fica um coração a indagar
"Seria essa a última dança
Do fogo selvagem no quarto
Em chamas?"
E vou encontrando em teu corpo, paraíso
Paraíso inflamado por teu sorriso
E eu apenas boneca de papel
Despedaço-me em mil
Ao encontrar o céu.
Que flameja num quarto em chamas
Enquanto se dança em lentos passos
Teu corpo me inflama
A lua brilha em teu rosto forte
Meu rosto meigo fica a te encarar
E no meu peito descompassado
Fica um coração a indagar
"Seria essa a última dança
Do fogo selvagem no quarto
Em chamas?"
E vou encontrando em teu corpo, paraíso
Paraíso inflamado por teu sorriso
E eu apenas boneca de papel
Despedaço-me em mil
Ao encontrar o céu.
terça-feira, 21 de maio de 2013
DOWN
Hoje estou triste
Quieto
Nada em meu dia tem cor ou brilho
Hoje eu estou down
Daltônico
Paulo Goudinho
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Esse homem que amei
Esse homem que amei
era o meu melhor amigo
quem ontem lágrimas derramei
rogando ao céu um abrigo
Esse homem que amei mentiu
embora sei que tens alma gentil
não me cortou mas me feriu
Esse homem que amei
desta minh'alma entrevada
não soube os risos admirar
nem as lágrimas enxugar
Esse homem que amei
rendi a alma, o corpo, os versos
e meu eu fora da lei.
(Rosseane Ribeiro)
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Vestida de Poesia
Nas vestes que cobrem o corpo meu, ó amado
Escondem os versos que desfilam pela pele
Atapetando a rendição dessa poesia
No balanço dos nossos corpos rimados
Desejo para todo o sempre, encarar teus medos, junto de ti
Provar dos teus sublimes desejos
Desvendando um a um os teus segredos
Me fazendo de amante para ti servir
Encosta em mim tuas mãos esfomeadas
E tira minha lingerie bordada
Despindo a vergonha à meia-luz
Do jeito que só você sabe, do jeito que só você me seduz
Me deixe molhada, cansada, suada
Com o descanso do corpo satisfeito
Guiada pela pretensão do teu anseio
Tatuar a minha poesia no corpo teu, ser sua amada
(Rosseane Ribeiro)
Teresina, 27 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Entrelinhas – Um pouco do meu lírico o muito do fosco que me persegue .
Há algum tempo, precisamente um ano atrás, começava mais um ciclo da minha vida, estava com dezoito anos, conseguira um 'amor' , perdia minhas primeiras amizades e adquiria algumas novas, tinha em minha costa o mundo estranhamente novo pra descobrir. Os primeiros bons momentos acarretados de beijos, cinemas, viagens , bebidas, cigarros, noites de músicas que acariciava meus ouvidos ao som do violão, músicas transando versos com a minha livre inspiração, entrei em coma alcoólico repetidas vezes , fiquei desesperada ao acordar e notar que não havia morrido e aqueles momentos seria uma válvula de escape para as futuras produções . Cantei, me fiz de atriz, amassei minha boca em outras e provei o gosto do amargo, andei sem juízo pelas ruas da cidade, lugares que nunca havia passado, as vezes acompanhada, outras sozinha, não era doida por esse motivo. Enquanto pelejava com a estrada o céu me cobria com o brilho da noite, olhava novamente e via que no momento a lua não estava, apenas estrelas compartilhando meus futuros sonhos . Voltava pra casa deitava na cama e dormia o suficiente pra ficar anestesiada de um mundo que eu iria ter que enfrentar no outro dia, por volta das cinco e meia da manha ,teria que acordar e domar os pensamentos revolucionários que iriam me condenar por não ter feito nada de diferente por mim, por todos. Saia de casa andava com a cabeça baixa, mantendo atenção para os meus pés, se eu não me concentrasse cairia e isso não era o que planejava que acontecesse com as minhas primeiras passadas . As noticias do dia veio com um pedido que silenciara a voz que provavelmente sairia esbanjando felicidade a qualquer segundo, mas no local onde tudo começara bem acabara muito mal e lá me encontrava no meio de dezenas de pessoas ou mais, com os olhares sufocando o meu ,olhares curiosos, furiosos, fingidos, apenas olhares, talvez estivesse imaginando de mais e até julgando sem saber. A reação foi a mais diferente possível, sai como se nada tivesse acontecido, agia do mesmo jeito, mas quando chegava a noite na escuridão do meu quarto era a luz do celular que fazia o suficiente pra comprovar minha existência. Surgiam as primeiras gotas de lágrimas que jorravam no meu rosto paralelo a chuva que surgira contemplando ainda mais a tristeza que era só minha, mais um dia triste por vir , mais um dia meu. Tive que sair, mostrar ao mundo que eu estava bem, não levando em conta a inquietação dentro do meu corpo, via que a curiosidade aguçada das pessoas que me percebia em um grupo de amizade me deixava confusa e fazia adquirir atitudes como, beber e mais um coma alcoólico estaria na minha cola, amigos que perdi e com essas perdas sofri um pouco mais , chorei, me machuquei por dentro e por fora, mas com o tempo percebi que eles partiram, mas que futuramente ganharia outros, apanhei para aceitar isso tão quanto uma criança quando aprende a ler, espero que o resultado seja lindo como tal dadiva de saber pronunciar as palavras. Minhas primeiras realizações iam aparecendo, aprendi a lutar mais pela vida, a amar mais um pouco minha família, embora os contrapontos eles são a única ajuda que posso encontrar, adquiri paciência para a luta do dia a dia, foram momentos maravilhosos, momentos que viraram versos, atitudes que viraram poemas. Provei do pecado demasiadamente, senti que estava no olimpo diante dessas provações, tive que presenciar a invasão dos arrependimentos e expulsar eles quão tão rápidos como eles tentaram me derrubar, por isso colocava na minha cabeça “ Nada de arrependimentos , mocinha “, e prova de que levei isso à serio acabei fazendo, repetidas vezes... Começava a entender de uma vez por todas que tinha que desenvolver a minha identidade e que se chegasse em divulgá-la para o mundo muitos dos poucos que me cercavam iriam me odiar, de fato era o que já começava a acontecer, enquanto as percas começavam a conspirar sua saída do meu mundo eu providenciava alguns refrões para ocupar meus momentos e o que vinha relativo a minha solidão era que “ Eu queria tanto encontrar uma pessoa como eu … “ .Eu não me encontrava, não encontrava ninguém , não encontrava a morte . Era apenas eu e meu lírico procurando algum amor, ou mais alguma ilusão pra terminar um outro ano.
Myrla Sales '
“ Eu queria tanto encontrar uma pessoa como eu … “ Trecho de música da banda Pato Fú .
“ Eu queria tanto encontrar uma pessoa como eu … “ Trecho de música da banda Pato Fú .
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Enjeitada
Quantas vezes me fiz no oasis do meu quarto
Quantas vezes tentei me afogar nas lágrimas que caiam do meu rosto
Mas o travesseiro teimava em me salvar todas as vezes.
Quantos dias de solidão, de vinho, de músicas ao pé do ouvido
Quantos dias de ressaca mal vividas, não divididas. Tudo isso até o momento era meu legado.
Tudo só meu, o quarto, o violão , a escuridão.
... Espera, lá vem mais um solo preso no meu cobertor.
Acho que vou afundar novamente .
Mas uma vez acordava e estava presa na minha cama ,
presa a ela, não havia ilhas, nem pessoas,
Apenas uma multidão espremendo-se e revigorando o meu monitor.
Eles assistiam o show da minha banda favorita e eu não !
Acabara de partir para presenciar mais um show das minhas lágrimas .
Publico total , Eu .
Sem microfones, sem platéia, apenas o copo de vinho e a voz da minha mãe reverberando
na parede do meu quarto .
- Hey, hey, criatura , acho mais conveniente você se levantar, o dia esta brilhando... SUA MALUCA, chega de babar e tenta fazer alguma coisa de útil. Quero você de pé em três minutos .
A voz ficava cada vez mais distante, no momento apenas ecos , apenas minha consciência gritando enjeitada de mais uma ressaca .
Eu queria dizer pra minha mãe que a morte me bastava e eu estaria em algum outro plano fazendo algo de útil como ela tanto queria, deixaria a vida pra quem sabe viver, pra quem quer viver , mas nem ser boa o bastante pra me matar eu sou .
Nem isso.
Nem isso ...
Myrla Sales '
11/02/2013
23:47
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Palavras soltas de verdades
LASCO
MEU LAÇO
DO APERTO
COMPASSO
MINHA MEDIDA
DESFAÇO
COMO POSSO
ESTAR SÓ
ESTANDO
EM TEUS BRAÇOS?
MAR RODRIGUES
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
FALAR FALAR
Não adianta tentarmos conversar,
dizer o que pensar que ainda nos resta falar...falar.
Não consigo dizer o que eu digo, ouço apenas o meu grito:
Haaaaaaaaaaaaaa acabououououou é só isso o som do meu grito...
(Eliseu Oliveira)
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Brisa
De vento e vento, vou fazendo minha sina,
ora tempo, ora dia
a vida que segue
o vento que meche
a hora não tardia
a hora atrasada
tarda a aurora e a brisa
o vento leva a dor da gente
e de tempos em tempos a tempestade volta
o vento sopra
e a gente ri
da vida levada
da aurora nunca chegada
da dor
sábado, 5 de janeiro de 2013
Não sabeis vós?
Escapei-me dos teus olhos como água escapa das mãos
Mordi a língua, cruzei os dedos e te foquei em vão
Desculpa, depois aprendi como sendo só, lidar com o nós fica
embaraçoso, maljeitoso, cuidadoso como se cuida de um copo
para não cair e ir a catar estilhaços do chão
Então, tu, subitamente, me dizes:
Não vos animais por me ter diante os olhos
Não sabeis vós que corpos não são dignos de donos?
Não sabeis vós que meus olhos não são donos dos seus?
Não sabeis vós que a canção que me anima não és tu quem a canta?
Então, pensei, não respondi:
Não vos deixei em rendição para não ser castigo
Pois não sabes tu que não somos donos das próprias previsões?
(Rosseane Ribeiro)
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
PRETO E BRANCO (COISA DE DOIS)
A VERDADE ADVÉM NUA
E CRUA
DITA
NA CALÇADA E NA BEIRA DA RUA
DESPIDA
DE MÁSCARAS, SEM MAS OU DEPOIS
É
PRETO NO BRANCO, COISA DE DOIS
PITADAS
DE HUMOR, DOSES DE PERTINÊNCIA
RETAS
SE ENCONTRAM FORMANDO CIRCUNFERÊNCIA
É
PRETO E BRANCO, EXTREMOS UNIDOS
É
YIN E YANG, VALORES FUNDIDOS
A
VERDADE EM CORES ESCRITA EM PROSA
PREFERE
O NEGRO À COR DE ROSA
O
BRANCO QUE DE SETE CORES FAZ-SE LUZ
COM
O PRETO-CALOR, ABSORVE E SEDUZ
POEMA
ALVINEGRO, DE PESOS IGUAIS
É
BRANCO NO PRETO, DE DOIS OU DE MAIS...
ALDERON
MARQUES E ALICE ALENCAR
DIA
10/12/2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
Teus versos
Escrevi os mais finos versos para lhe dedicar
Se eram de amor, não sei, nem me preocupei em os amar
Apenas em ouvir da tua boca
Que diante daquelas linhas
Tu pudesses se apaixonar
Só então terei edificado o papel do poeta:
Escrever por ser amado ou por se deixar amar.
(Rosseane Ribeiro)
Se eram de amor, não sei, nem me preocupei em os amar
Apenas em ouvir da tua boca
Que diante daquelas linhas
Tu pudesses se apaixonar
Só então terei edificado o papel do poeta:
Escrever por ser amado ou por se deixar amar.
(Rosseane Ribeiro)
Assinar:
Comentários (Atom)









