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segunda-feira, 30 de julho de 2012



O que se encarrega para que o Caos ocorra?
O medo?
As disputas?
As crenças?
Amores?
Valores?
Não;
O Álcool é o caos liquido!

Bernardo Moraes

sexta-feira, 2 de março de 2012

Mundo Haborym*


Eu me visto paradoxalmente
outrora folia, por vezes solidão
cão

mundo suspira enquanto gira,
enquanto encanta meu espanto em relicário
o brilho esquecido no fim de mês
cortês demasia flutuante de ódio
enquanto trago o desconhecido para o chá

Sufrágio do meu vício surtando em serpentina
mescalina, de olhos bem abertos para o cru planeta fechado
regurgitado, embalado e polido
esperando o abrigo
surgir no centro do caos

Encerra-se o humano, decantadas suas virtudes
amiúde, é o verbo
retornando ao precipício
do suplício em idiossincrasia
livre no universo Erlenmeyer

André Café

*sinônimo grego para Satan


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012



Com o estômago embrulhado de presente pra fome
Demaquilando os olhos de ressaca
Perdida no labirinto da embriaguez

Foi assim que começou o primeiro dia do mês .

Tarciana Ribeiro 11:50 01/02/12

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mesa de bar


Com duas cervejas em três prédios
o tédio esquecido no lúpulo
cúmulus nimbus revolta em riso
e o trisco do dente na ponta do copo
meio cheio, de quase tudo
mudo, enquanto o gelo aquece e desce
lá do alto sobriedades disfarçadas
aqui no fogo, verdade servida com requinte
no limite do aguentar mais
desfaz a minha essência
começa doce, termina azul, preto, carmim
é meio fogo, não venta entre o vento
só o ausente permite reconhecimento
no terreno pantanoso da mesa do bar
é lá que vou encontrar
o altar dos meus pensamentos
enquanto sonho
com o sorriso escondido atrás da Brahma Chopp

André Café

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Lombra incolor


No composto do brinde ensaiado
eu trago dissabor
do drinque desavisado
irreversível torpor
acompanhando de lado
equívocos de labor
descendo apimentado
criva amalgamado
tua lombra incolor
e leva destilado
pra o nunca encontrado
minha vil e doce dor

André Café

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sambafeito



Um céu rajado eu vejo
Resto de nuvem, sobejo
Um beijo
Meu beijo
O teu beijo, um desejo:

-A Lua num ralador de queijo!

Imagina a cena, meu bem
Emblema, serena, poema, dilema
Da noite sem luz acesa
Na mesa
Princesa!, não seja assim.

Põe a tua saia carmim
Sobretudo caia em mim, em mim!
Noite é dia que não tem fim
Bagunçando meu tempo, assim.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

A beleza da tcha mãe


Ponto cirúrgico
Tcha! O flash no trágico rosto
Garrafa quebrada
Nada de cabelo loiro amanhã
brilham os autores do teatro
e no fim nada é demais

(Milla Ventura, Marcos Foyce, André Café, Rômulo Vieira, Mário Lacorrosivo, Malcon Barbosa)

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Bebendo frases, escrevendo cerveja



Bebendo frases, escrevendo cerveja, tudo se confunde
A cevada vira sentenças, as letras refletem embriaguez
A cada momento, química e palavra reivindicam sua vez
Parece que nem sei ler o que escrevo
Ou pode ser que nem sou eu escrevo
Simplesmente fluem, letras se tornam refrões
Cada frase deriva de sinceras emoções
Sinto... E revelo sem o temor do estado sóbrio
Sem as grades, em momentos insólitos
Me desperto e de repente passo de fato a existir
Viajo por sensações, livre! Digito meus desejos...
O manifesto dos sentimentos vem à tona
A escrita leva todas as restrições à lona
Com ares dramáticos para não arruinar a trama
O álcool me mostra o que não vejo
As máscaras simplesmente caem, a miopia some
Em cada letra percebe-se a raiz de uma psicose
Que me retira todas as negações, e saio do isolamento
Perco a timidez, com um gole de cada vez
Uma dose de sentidos me embriaga
E mergulho nas profundezas
De uma realidade sem restrições

Dérek Sthéfano


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Sessão cerveja


Só fico hoje com você
Se me der um plano B
Tem cigarro?
A pedida do dia é degradar-se
- O que me agrada muito
Eis que minha essência
por demência mistura-se in vitro
Imito a leveza disfarçada
alçada nas pontas brancas cinzas
de uma névoa conflitante
sopra meu eu junto com a pirraça
fumaça que me leva, mergulha
e afoga-me em torpor

E tudo vira cinza
Sobe ao céu sem vergonha
Quando há de se tornar fênix?
E em chamas ferve meu frio
que surge depois da puxada
achada a viagem no meio do tempo
e o contento fora atingido
e perdido na velocidade de um segundo
imundo ... por que minhas mãos persistem?

Passa logo o cigarro, porque eu quero passar tempo
que relógio é bicho que rola solto
e não ponha ponteiros em mim!
Me dá só uma ponta acesa
na mesa descansa a nossa sobriedade
em idade de perdição
anunciação de viagem tragada

Ouça, é a sobriedade respirando
dormindo feito bebê indefeso
regado ao sono mais resto
- Mate-a.
e enterre a dez palmos da consciência

(Laelia Carvalhedo e André Café)

Traz mais uma!


Que dia a noite vem?
Oxe, vire o copo e veja:
_A resposta está na cerveja.
Sempre funciona!
Mas veja,
Que a cor da noite é vermelha
Vermelho da cor da mesa do bar
Brindemos!

(Laelia Carvalhedo)

Divagações poéticas



Aquilo que se imagina ser como sempre foi
tem outras faces
que te
fazem
ver
que
é.
Aquilo que se imagina ser,
já foi!
tem sim uma outra face, é a mesma
que te faz ficar cega ...

Nesse mundo de tantas faces legais
melhor ser cego
do que
ver
tudo borrado.
nesse mundo de tantas faces falsas
é melhor ser surdo,
pra não ouvir suas
maladragens
te chamando pro fim do mundo
Porque temos pernas pra seguir sem se preocupar com buracos tão fundos..

Faces falsas... fácil fica se assim
além de conversas afins
finalmente
a vodka se finda
lenta e
mente.
Nos entregamos ao mar de bebidas
pra esquecer que o mundo tem faces
tiram nossas roupas e cospem na gente
aí muda a história, vivemos de acordo com a ditadura
de álcool, sexo e drogas!

(Paula Damasceno e Mário Lacorrosivo)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Álcool


Do início do copo ao fundo, 
voa-se em mundos 
e por dois segundos
o alívio ao amargo
da secura da boca,
à garganta em festa,
infesta, atesta, 
minha toda vontade de nunca ter sobriedade


(André Café)

domingo, 4 de setembro de 2011

no le tops sorvete




Não quero mais ser forever alone
Nessa vida cheia de FFFFFFFFFFUUUUUUUUUU
Quero mais é ser AAAAAAAAAWWWWWWW YEEEEEEEAAAAAAAHHHHHH
Foda-se essa merda
Cansei desse poker face
Eu digo: Desafio Aceito
E no final me gusta gritar fuck yeah
Não me conformo com okay
Nem com nenhum troll
Com você nos herps derps da vida
Só vai rolar LOL

FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP FAP



(~le marco foyce~ ~le Mário lacorrosivo~ ~le andré café~)