terça-feira, 12 de junho de 2012

O poder é pra poucos!


Os homens desejam o poder; ao tomar posse do mesmo se esquecem do ser, da alma que existe dentro de si e do mundo a sua volta. Os almejadores do poder tornam-se o poder que almejavam; esquecendo de “tudo” e acreditando que nada, nem ninguém poderão deter a sua caminhada em direção ao desconhecido “mundo dos vencedores”. No entanto, estes almejadores devem estar conscientes que a sede pelo poder os levaram ao declínio.

Dhiogo José Caetano

Com a cabeça pairando nas nuvens alto
somente planando em meus sentimento que a brotado,
por algo que penso inreal
fora do normal
contestando a realidade, e me torno como ela!
sem idea ou raciocinio !buscando o modo mais sujo
e ordinário sem viver!
apenas pensando em sentimentos !
que passa por noites e dias na pessoa amada !
o que ela faz?como ela ta?
e somente feridas e facas aquecem meu peito
nada alem do acaso que me aniquila com suas mãos
e so eu lagado no sofrimento !

Soan Mitisuury Makay

Tenho medo de certas coisas que penso
Mas nao consigo ter medo da natureza pela qual me criei ,muito menos da escuridao que me envolve . Sou a humana dentro de uma fantasia que me derrota entre sonhos todos os dias e isso nao me causa medo,apenas do que costumo causar quando penso de mais.

Myrla Sales

Veia Poética, A Arte Está No Sangue


A arte de revelar palavras, os sentimentos e a emoção nascem das entranhas do ser poético, da alma, da veia poética de inúmeros talentos escolhidos pelo universo para semear dia após dia a paz, a esperança, a vida...
Sentimentos que ultrapassam os limites, mesmo ausente do vosso convívio, as palavras rompe com limites do existir.
Dos versos mais simples a complexidade de profundas palavras.
Em meio à complexidade do existir a plenitude da simplicidade.
Arte se renova em diferentes e distintas escrivaninhas.
As palavras ganham formas, contextos, métricas e rimas.
Os sentimentos descrevem o amor, a natureza, a vida, os sonhos, o mundo complexo mundo.
A emoção aflora e preenchem as telas, os papéis em brancos e livros pálidos que são enriquecidos de informações, histórias e contextos diversos.
Das entranhas do ser poético a essência que narra os baluartes, os lírios e os campos verdes.
Da alma a eternidade que aflora e prisma o existir.
Inúmeros talentos são escolhidos para transcrever a vida, mas a vida também os transcrevem.
O artista pinta a sua história com o seu próprio sangue.
Narra a vida através das experiências vividas.
Faz do existir um livro infindável, tornando-se uma narra viva.
Uma arte que sobrepõe o tempo e permanece viva para todo sempre!

Autor: Dhiogo José Caetano


Na verdade eu já passei do meu limite a muito tempo, ou eu nem me conheço mais. Não sou mais quem era e não sei o que me tornei

Hévllen Motta

REcanta Pedro Segundo




Rude recanto
Em cada canto
Cantar o festival.
A alvorada labuta
Ninguém se exulta
Tecelagem de redes
Artesanato, tapetes

Por tamanha gente
Olhar lançado rente
Esteio da terra, foice
Serenamente a doce
Ínclita do grito rouca
Arquitetura barroca

Encontra-se a opala
Maravilha em escala

Perseverança buscada
Entre mais mil pessoas
Do eco vibra e ressoas
Rico horizonte é amor
O morro do gritador

Segredo não revelado
Em salto liso enquistado
Grande cachoeira e
Um museu da roça
Nossa! A serena moça
De Pedro Segundo amada
O mito da pedra encantada


Por ALDERON MARQUES
DIA 06/06/2012

SEGU(E)NDO




NUM CANTO
MEU RECANTO
DESSE CANTAR
MINHA TERRA
QUE ENCANTA
FILHA QUERIDA
QUE NÃO ERRA

(EN)CANTA-TE
ENCONTRA-ME
NO CONFRONTO
FICANDO TONTO
UM GRITADOR
SOL, EQUADOR
GENTE QUENTE

A IMPERIAL LUZ
QUE ME CONDUZ
AO CAMPO MAIOR
A PEDRO SEGUNDO
SEGUE O SEGUNDO


MINUTO-HORA-DIA
LOGO DEMORARIA

VOLTAR À ROÇA
SONS DE CARROÇA
VIDA MAIS SERENA
CIDADE PEQUENA
MAS ENORME BRIO
À NOITE SINTO FRIO
À CACHOEIRA BEBO
CARINHOS RECEBO

QUEDAS E SUBIDAS
SALTO LISO OBTIDA
VIDA MAIS PERENE
UM AFETO SOLENE 


Por ALDERON MARQUES
DIA 06/05/2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Tic Tac


Tic Tac




Distante, eu sei
Essas amarras que me prendem
E não deixam escapar, inerte fico
Queria tanto aconchegar-me em teus braços
As cartas já não fazem mais sentido

Choro, o desespero em infinitas madrugadas
Sono, desconforto em que fico acordada
Que ínfimo tempo, vagaroso a passar?

Quero sentir seus braços em volta de mim
Abraça-me sempre, quando ficaremos juntos?
Tempo, distância, saudade...
Contextualizam contra nós, conspiram

Quem dirá que será uma tênue lembrança
Simples e leve, somente aconteceu
Natural e belo como os pingos de orvalho.

Desamor


Desamor





E com esse tal de amor
Você sente dor que nem sente
Fica tonto, fica bobo
Coração incandescente
Ah amar! Inexplicável amor!
Cego dos dois olhos fica e não percebe
Vendo arco-íris, sorrindo à toa
Borboletas no estômago...

Até um dia tudo findar
Frio, as cores escureceram
O sorriso? Sequestraram!
As borboletas? Morreram!
Desalento, agonia, raiva, dor fina, aguda
Com todos os adjetivos e seus adjuntos
Configurar-se-ão.

Falando de mim por lá



Teus braços estendidos, qual bandeira
poderia agarrar-me junto a ti?
Inebriado na bagunça de sentimentos,
não consigo organizar o meu dizer.

Fala, fala, fala por horas e horas,
e eu nem sei se o tempo passa,
ou esquece de nós enquanto conversamos
mundos pra mudar ou histórias pra sorrir.

Comprimido no prazer dos teus abraços generosos,
reconfortado no sofá da tua sala,
posso estar por muito tempo ao teu lado,
e sempre terás algo pra expressar.

Porque nos chamavam sonhos,
porque respirávamos o verde,
dizem que nada será como antes,
e eu espero serem dois lados da mesma viagem.




domingo, 10 de junho de 2012

Alterna-Ativar



Procuro algo que alivie ou liberte
Essa onda  intensa que por dentro me reveste.

Que por dentro se remexe, rasga, arranha minha alma.
Me deixando inquieta, insone e ruindo minha calma.

Será que a solução é um grito de desabafo?
Ou será um desaperto no laço?

Uma dose bem forte, por favor!
Algo que me faça esquecer essa dor!

Vai passa!
Tudo passa!

Enquanto isso vejo lá fora o mundo sendo
inundado pela chuva.
Já que não tem conhaque, o jeito é
beber fanta uva.

Amor de Salvação






Será que você chegou
somente para isso:
Para derrubar minhas paredes?

Quando a dor é intensa
Pela falta dos teus braços
Eu me abraço pra aliviar a saudade.

E chego a sentir, por um momento
só, aquele mesmo aconchego,
Aquele calor bom que eu
sentia no teu abraço.

O seu cheiro, 
O gosto do beijo.
Tudo se mistura numa vontade 
que vai e vem:
Vai e vem de te esquecer,
vai e vem de te lembrar.

Sentimentos represados
Representados na angunstia
de quem interpreta meus olhos.

Volta e tapa o buraco que ficou no meu peito,
Pois esta escrito no firmamento que tudo tem jeito.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Testemunho de uma vadia - regular

É sempre assim ... Os cilios que acompanha as mais belas lagrimas São os meus, eles podem ser portiços ou cobertos por rimel Escondendo uma intençao ou provocando atençao,ate nao ser cobertos por um véu seguro eles irao viver apenas pra mim Os seios que um dia podera alimentar outras vidas ou acalentar corpos em estado de extasi ou apenas um corpo cansado querendo se acalentar ele é meu. A saia curta,a blusa decotada ou a aquela roupa despojada que cobre uma parte do meu corpo pelo qual anda muito cansado de olhares pesados fora todos pagos pelo meu dinheiro Dinheiro do extorno do meu trabalho Dinheiro ganho do meu suor gastado, Dinheiro que rega minha familia Dinheiro que sana um pouco minha ira Dinheiro que consegui por competencia Do estudo e da vida boa sem precisar de ninguem. Me visto,me ponho,sonho e componho o que eu quizer. As decepções ... Os orgulhos... Os choros... O futuro ... Tudo sera advindo do fruto que irei colher Da vida que eu escolhi para percorrer . As tatuagens,silicones,opções sexuais,estilos,roupas,trabalhos,politica,religião e voz sempre terei pois o espaço de "igualdade,liberdade e fraternidade" que sempre preguei um dia com o meu suor e o suor de todos que pensam assim enfim onseguirei ver e outras pessoas irao reconhecer e ter . Nao importe o que digam sobre mim pois Sou o que sou,nao basta alguem me descrever o destino me fez mulher vadia,mulher com rima e mulher pra sempre assim serei. Myrla Sales

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Havia


Havia um dia ...
Havia um caminho ...
Havia um lugar ...


Havia uma pessoa ...
Havia um coração ...
Louco para se apaixonar.


Havia um texto ...
Havia pretexto ...
Havia um querer, um gostar.


Havia noite ...
Havia dia ...
Havia distância,
e momentos para nos aproximar.


Havia ...


Ha via ...


E nessa via, ei de trilhar um novo caminho


Porque o que Havia, não mais há.

Tayago

Na companhia de minha dor abafada e escondida



Não tomo nada além do que um copo de água sem gás, já passa das oito da noite e minhas certezas parecem escorrer e se infiltrar pelo chão

Angústia maior, regada a saudade, com o som valente do trânsito e das passadas apressadas das pessoas voltando pra casa. Mas não eu. Estava ali a espera, do momento que tanto busquei, da possibilidade que alegava há tempos. Entre um trago nervos de cigarro e uma olhada para o céu e para rua, nem notei o iluminar da Lua. Parecia ela só pra mim, comungando da minha aflição pra te ver de uma vez e decantar a fúria de minha dor do meu peito. Mas ao mesmo tempo, o receio ao não te ver chegar enquanto os segundos pesam mais que dias passarem lentamente ainda deixa aceso o fulgor da solitude. Um pouco mais de oito horas; um pouco mais de nove horas.
E o tempo não passa, o coração se retorce dentro do peito implorando por um pouco mais de você. A escuridão da noite me veste e o brilho das estrelas reflete em minhas lágrimas doloridas.
Por que não volta? Eu não suporto mais essa espera, a espera do nada do que não é, do que não foi, do que não se sabe se será. Tudo é tão inserto é tudo tão escuro.
Jogo-me nesse canto de praça vendo as horas se dissolver, junto com a fumaça do cigarro que cobre minha solidão, mas sabe o que mais me enfurece? A droga dos finais felizes inventados em poesias passageiras que se guarda e se lê quando da saudade como um brinquedo velho, almejo eu um dia escrever assim a felicidade de um fim que não termina, mas enquanto isso eu apenas sinto saudade por ainda não ter vivido o que há dentro das palavras.
Quanto a você? Eu continuo esperando mesmo sabendo que não virá, eu apenas espero junto com essa conformidade de viver na companhia de minha dor abafada e escondida.





Ao vivo


Eu vejo seus olhos vidrados no nada
Me perco em sua pele alva
O jeito como você fala me irrita e me cativa ao mesmo tempo
Depois de estar tanto tempo com ''O Reflexo'' não sabia como era estar com alguém ao vivo
Amar uma cópia me parece ruim
Mas sou mais intensa que a maioria das pessoas
Não ligo muito para comentários

Allana Káss...

Vem me ver


Vem que tem espaço na minha cama
Vem curtir o frio da minha cidade e meu calor
Para eu poder conhecer suas curvas e seu pudor

Bernardo Moraes

Corações desabrigados


Ah, esses coitados sem-teto! Chove granizo, ventos fortes lhes cegam com a areia que teima em acertar os locais mais incômodos, o sol forte resseca seu revestimento. Natureza quase impiedosa. Nessas condições, quando todos os lares parecem ocupados, na sua lotação máxima, tais seres se protegem como podem. 

Alguns criam resistência às intempéries, outros se conformam com abrigos temporários, que lhes tragam proteção e um mínimo de conforto, mesmo que momentâneos. E partem para o próximo quando estes já não suprem as necessidades mínimas. Outros se apertam como podem, aceitando viver apertadinhos junto com outros, dividindo tudo minimamente, na esperança de ganhar um pouco mais de espaço mais adiante. 

Mas a constante mesmo é que eles sobrevivem. Mesmo que pouco alimentados, dos mais diversos sentimentos, ou algumas vezes maltratados. Uns se alimentam de tal forma que a indigestão não perdoa; uma hora gorfam tudo o que colocaram pra dentro. Mas vivem. Sempre dão um jeito. Mesmo que sob uma coberta esfarrapada, num cantinho apertado, para se proteger da chuva.


(Mayara Valença)

Inspirada por Gildean Tiago


terça-feira, 5 de junho de 2012

Brisa



Sinto uma brisa tocar meus lábios
proveniente dum farfalhar de asas
Ouço os guisos do teu sorrisoa alegrar minha noite
As palavras doces
a melodia inebrianteda tua voz em poesia
Teu olhar caiu sobre mim
e dentro do mar inebriante do teus olhos
me perdi


(Nynna Zamboti)

Parcelas Suspensas no mundo do ar - Vai raiar o dia


O que antes noite iluminada
agora breu, cessaram-se as explosões
o silêncio que grita nos corações
a vontade d'alvorada

Em silêncio, tanques e canhões
roncos, tremores e tiros
antes do derradeiro suspiro
a relva foi conspiração

E agora humana paz e calmaria
celando a noite de descanso
projetando aos poucos, avanço
que aguarda a luz do dia

Com a noite garantida
dormem homens e leões
sonham com lindas canções
na contínua e tênue vida

André Café