segunda-feira, 11 de junho de 2012

Tic Tac


Tic Tac




Distante, eu sei
Essas amarras que me prendem
E não deixam escapar, inerte fico
Queria tanto aconchegar-me em teus braços
As cartas já não fazem mais sentido

Choro, o desespero em infinitas madrugadas
Sono, desconforto em que fico acordada
Que ínfimo tempo, vagaroso a passar?

Quero sentir seus braços em volta de mim
Abraça-me sempre, quando ficaremos juntos?
Tempo, distância, saudade...
Contextualizam contra nós, conspiram

Quem dirá que será uma tênue lembrança
Simples e leve, somente aconteceu
Natural e belo como os pingos de orvalho.

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