Rude recanto
Em cada canto
Cantar o festival.
A alvorada labuta
Ninguém se exulta
Tecelagem de redes
Artesanato, tapetes
Por tamanha gente
Olhar lançado rente
Esteio da terra, foice
Serenamente a doce
Ínclita do grito rouca
Arquitetura barroca
Encontra-se a opala
Maravilha em escala
Perseverança buscada
Entre mais mil pessoas
Do eco vibra e ressoas
Rico horizonte é amor
O morro do gritador
Segredo não revelado
Em salto liso enquistado
Grande cachoeira e
Um museu da roça
Nossa! A serena moça
De Pedro Segundo amada
O mito da pedra encantada
Por ALDERON MARQUES
DIA 06/06/2012
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