
Era do tipo popular
Todo mundo via ,ninguem conhecia
Era do tipo singular
Falava tudo ,pouco dizia
Era do tipo vivido
Via o final do filme sem mesmo ter assistido
Era tranquilo
Os temores dentro , escondidos
Era da noite
Cantando sempre os diferentes açoites
Era meio calado
Muito escrevia ,o mundo anotado
Era do mundo falado
Virtualmente quase nunca conectado
Era marcante
Do portão até a última estante
Era vago, mas não apenas vagamente lembrado.
Poema bem diferente o seu; certamente assemelha-se com a autora. A voz do eu-lírico e realidade somem-se numa só, rastreando no poema a denúncia de quem o escreve.
ResponderExcluirTrocaria apenas "dizia" por "fazia", ficaria mais contraditório e certamente mais coerente com a temática de todo o contexto.
Beijos, Vanessa Trajano
http://www.conviteparalervanessatrajano.blogspot.com/
Aceito a sugestão , é que o ser que me inspirou por si só no poema se bate e nunca se acha, fala fala e é pouco claro , se expõe mas não mostra o caminho do avesso .
ResponderExcluirBeijo Vanessa .