terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Rubro menina

A ruiva - Toulouse Lautrec

Da luz, o Sol se escondeu baixinho
não havia como vencer
o teu feixe sexy de raios gama
aclama, doce dama subversiva
que até o astro rei, inibiu-se de brilhar
mas sim virou holofote, pro teu rito de passagem

Rubro sangue, cromado em teu cabelo
rubro sangue, circulando feito fogo
invadindo de calor minha gélida rotina
rubra presença que desafina
sou eu irradiado por ti
rubro menina

André Café

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