quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Capital



Em quanto os grandes prédios olham para tudo e todos como sentinelas
A poluição em forma de neblina invade meu cérebro,
Fazendo com que meus neurônios clamem pela Capital, pelo Capital.
Mais ainda amo ser livre, eu sou livre!
Por favor Capital me deixe livre!

Bernardo Moraes

Nenhum comentário:

Postar um comentário