Silêncio...
Na noite...
Que passa...
E passa
E embala os sonhos...
De quem não dormiu.
Sou eu e os grilos,
Os grilos da noite...
E os da massa cefálica.
Silêncio na noite...
Que passa e repassa
E apaga o passado.
Sou eu e o tédio,
Que não tem remédio...
E ao sono conduz.
Sou eu simplesmente,
Na noite que embala
E nos pede apenas...
Silêncio total.
Fernando Alves Magalhães

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